quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Em Paris. Foi assim...

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E Paris foi mesmo um sonho...

Havia aquele friozinho que nos afunda as mãos nos bolsos, enquanto ao mesmo tempo nos aconchega os passos cidade fora. 
Havia pouco tempo para passeios, mas o relógio acalmou enquanto descobri novos recantos e fui respirando as ruas por onde já andei. 
Havia uma Feira com livros de cozinha sem fim, havia uma Gala numa sala cheia, havia muita calma e uma mesa de conversa descontraída, mas confesso... quando chegou a hora do vamos ver, havia um coração que quase me saía pela boca. 
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O Velocidade Colher ficou em 2º lugar na categoria internacional de Best Blog nos Gourmand Cookbooks Awards
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Foi uma emoção enorme poder estar ali, ver este projecto que é tanto de mim ter um reconhecimento assim e sentir que vale a pena. Sim, vale a pena querer o melhor, trabalhar para o melhor e dar o nosso melhor. Vale a pena sentir que o nosso melhor ainda não é isto, que se pode sempre melhorar, que há sempre mais para aprender, para aspirar, evoluir. Porque só esse pode ser o caminho para nos continuarmos a superar. Sem pressas, sem empurrões. Apenas com a vontade de poder fazer o que me preenche e apaixona. E isso está aqui. No livro. No blogue. Na possibilidade de dar sabor aos dias com a vossa companhia. 

Do blog inglês My Cooking Hut nasceu o livro lindo que ganhou, Lemongrass and Ginger, e que recomendo a todos os fãs de comida asiática. É tão cheio de sabores e cheiros e fotografias lindas, que apetece mesmo, dos livros que apetece ter nas mãos e no prato. 

Obrigada por terem ajudado a tornar tudo isto possível. Por estarem sempre aqui, por se sentarem à mesa comigo para provarem tudo o que vos vou cozinhando cá no No Soup. 
Aqui ficam fatias desta alegria, de Paris, de dias e de emoções que jamais irei esquecer. ❤ 

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E vem aí em breve uma novidade tão boa sobre o Velocidade Colher! 






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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Paris. O sonho. E o Velocidade Colher!

Sabem quando acontece uma coisa tão boa, tão boa que, embora esteja escrito, embora nos tenhamos beliscado, embora já tenham passado umas boas semanas desde que soubemos, custa a acreditar que seja verdade?
É sobre algo assim que vou falar nest post.

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 fotografia de Ricardo Mendes Almeida

Quando em Dezembro soube que o Velocidade Colher tinha ganho em Portugal dois Gourmand Cookbooks Awards nas categorias de Best Blog e Best Corporate, fiquei feliz. Claro!
E eis que algumas semanas depois anunciam os finalistas e vejo-me na shortlist internacional na categoria de Best Blog - fiquei até agora atordoada com a alegria que me tomou.

Eu queria muito partilhá-lo com vocês, mas é como se enquanto o fosse guardando apenas com os mais chegados, de alguma forma se mantivesse como algo apenas mais ou menos real. Acreditem que enquanto escrevo, agora, sinto o coração a querer sair pela boca. Porque se torna mais verdade... e eu não me levo muito a sério. Porque do que gosto mesmo, muito, o que faz a máquina do meu tempo girar, é ter sempre aqui no No Soup tudo o que sacia a vontade. Essa vontade que me move de querer fazer coisas.


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Emociono-me quando penso no tanto que aconteceu desde a primeira reunião que ditou o nascimento do livro...

Todo o meu caminho, as sessões de fotografia na Vorwerk, as revisões com a Catarina, a procura da capa perfeita com a Laurinha, o apoio de todos os que acreditaram em mim na Bimby, na Brandscape e no Público.

Folhear o livro pela primeira vez com o Ricardo, com os meus pais, com os amigos do coração! Nunca irei esquecer esses momentos.
Desde que me chegou às mãos e às vossas cozinhas, o Velocidade Colher não tem parado de me dar tudo o que sempre quis dele: sorrisos! A felicidade de saber que podíamos partilhar, eu e vocês, os momentos felizes que celebramos à mesa.

Neste último ano criei novos projetos e continuo a fazer aquilo que mais gosto: Cozinhar. Fotografar. Escrever. E a ter aqui no No Soup For You os pratos vazios onde posso ir servindo colher a colher o que torna os meus dias mais saborosos. Porque são também vocês que dão o tempero com que tudo se torna mais especial.

E porque o tempo não pára, já no próximo fim de semana, dia 23, vou estar em Paris, na cerimónia de entrega dos prémios onde vão anunciar os vencedores em todas as categorias.

Em Paris vou estar ao lado da Maria de Fátima Moura, autora do livro “Portugal – O Melhor Peixe do Mundo”, (Assírio Alvim), finalista na categoria Peixe, e estará também o livro português “Tempero da Morena”, de Eunice Meneses e Sónia Trigueirão (Marcador), finalista na categoria África.
Estaremos lá com outros nomeados que são autores de referência na cozinha cá de casa.

Chegar ali é um sonho!

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Um barra de chocolate. Laranja e amendoim com mel.

Há ingredientes que carregam uma força tão forte que valem por si só.
Os morangos. O café. O chocolate. Cada um terá os seus eleitos, mas hoje é do chocolate que vamos falar e acredito que seja uma paixão das mais unânimes!
Vem com aroma a laranja e carrega amendoins com mel para lhe darem ainda mais personalidade.

Já vos abri o apetite no post de ontem, pois agora vou contar-vos tim-tim por tim-tim como fazer.

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A Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa organizou no mês passado o “Inspiring People” que, entre conversas com chefs e um jantar de estrelas, incluiu também o workshop “Inspiring Chocolates”, com o chef António Marques da Denegro.
E porque do que eu gosto mesmo é de aprender, é disso que vos venho falar, das coisas boas que lá conheci. E, ora pois, que lá comi: bombons com recheio de manjericão e lima e bombons com recheio de queijo chèvre. Tãaao bons!

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Além de seduzida pelos bombons, depois de aprender este método tão simples de temperar chocolate (há outros), o que não mais me largou foi a vontade de fazer uma barra de chocolate. Assim, bem despretenciosa, ar tosco e com esta cara que nos convida a deitar-lhe a mão, comer e repartir com os amigos. Garanto-vos que desaparece antes de terem tempo de contar os amendoins!

Seguindo todas as dicas e truques do chef, eis como fiz.

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Chocolate com amendoim e laranja

200 g de chocolate 72% cacau (marca Pingo Doce), partido em pedaços
1 c. chá de raspa de laranja
Amendoins com mel q.b.  

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thermomix_bimby

Coloque uma folha de papel vegetal sobre a bancada.
Coloque uma taça sobre a tampa da Bimby, pese 40 g de chocolate, parta-o grosseiramente com uma faca e reserve.
Coloque no copo os restantes 160 g de chocolate, pulverize 10 seg/vel 9 e derreta 6 min/50ºC/vel 1.
Adicione o chocolate em lascas reservado e a raspa de laranja e programe mais 3 min/vel 1, sem temperatura.
Retire de imediato para o papel vegetal, espalhando em forma de rectângulo ou outro formato a gosto. Distribua um punhado de amendoins com mel e deixe arrefecer e ganhar firmeza.

Partilhe com os amigos e seja feliz. Se sobrar, pode conservar fechado num recipiente hermético, num local seco.

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tradicional

Coloque uma folha de papel vegetal sobre a bancada.
Utilize um termómetro de cozinha para verificar as temperaturas.
Pese 40 g de chocolate, parta-o grosseiramente com uma faca e reserve.
Derreta os restantes 160 g a 50ºC, em banho maria ou no microondas a 50ºC, programando uma potência baixa em intervalos de poucos minutos (mexendo sempre entre cada programação, para não queimar).
Adicione o chocolate em lascas reservado e a raspa de laranja e vá mexendo sempre, enquanto arrefece até aos 32ºC.
Retire de imediato para o papel vegetal, espalhando em forma de rectângulo ou outro formato a gosto. Distribua um punhado de amendoins com mel e deixe arrefecer e ganhar firmeza.

Partilhe com os amigos e seja feliz. Se sobrar, pode conservar fechado num recipiente hermético, num local seco.

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Notas:

- Quando se trabalha o chocolate é muito importante respeitar as temperaturas, para que se obtenha um resultado final uma boa textura, crocante e brilhante.

- Depois de alcançar a temperatura ideal para trabalhar o chocolate, a rapidez é essencial para que se consiga o melhor resultado. Se o chocolate arrefecer, perderá qualidades, mas pode-se sempre repetir o processo, respeitando as proporções de chocolate fundido e de chocolate envolvido (80%/20%).

- Como fui gulosa e quis aproveitar todo o chocolate preparado, quando tirei o restinho do chocolate este já tinha arrefecido demais, o que fez com que se notem as zonas em que caiu (têm menos brilho).
É preciso ser mesmo muito rápido, mas também se pode jogar com o efeito decorativo desta situação.




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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Quando o amor em verso sabe a chocolate.

O Dia dos Namorados é uma data que cá por casa não recebe especial atenção, mas aqui no blogue não há como lhe fechar os olhos.
Eu tento manter os meus sempre abertos para a poesia dos dias. Porque, afinal, o amor em verso torna-os bem mais doces.

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Neste dia em que a doçura nos chega em forma de corações, por aqui chega em forma de chocolate!
Com laranja e amendoins de mel, conto-vos tudo sobre como fazer no post de amanhã.

Feliz dia dos namorados! 

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Para sugestões de presentes e de um menu para um jantar especial, vejam aqui.




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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

O Menu dos Namorados.

Uns festejam, outros não, mas o que é certo é que o calendário não pára e o Dia dos Namorados está mesmo aí ao virar da página.

Eu acredito que não é preciso dias marcados para festejar o amor.
Mas quando chega a vontade, é mesmo bom saber onde encontrar o menu perfeito... e aquele presente especial que nos faz o coração bater mais depressa com o entusiasmo, esse entusiasmo quase infantil que nos apanha quando preparamos uma surpresa para quem gostamos.

Para quem anda a pensar num jantar para a cara metade, aqui ficam as sugestões do No Soup:

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Menu dos Namorados 






O sabor especial deste dia pode estar num menu que vai à mesa e, porque não, também nas folhas do Velocidade Colher ou nas fotografias da sessão dia dos namorados do Susana Gomes Photography.

O importante mesmo é deixar que o amor ande pelo ar.  

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Da horta com amor. Arroz, nabiças e cogumelos.

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Das coisas que nunca falham nas visitas aos pais é o coração voltar cheio de mimo e a cesta cheia do que a horta dá. São momentos de conforto que se prolongam depois semana fora, porque é certo que o amor que de lá trago irá depois aconchegar estes dias frios que o Inverno nos tem dado.

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As mãos que plantam, que cuidam e acarinham, são as mãos que apanham da terra estas nabiças que vos trago hoje.

A estas certezas que conto, há muitas outras que na minha cozinha se escrevem sempre no caderno das receitas infalíveis. Como juntar arroz, nabiças e cogumelos. Como repetir sabores de outras conversas. Porque não há como certezas feitas desses sabores para agasalhar um prato vazio.

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Arroz de nabiças e cogumelos

Serve 4, como acompanhamento

1 cebola
2 dentes de alho
20 g de azeite
150 g de nabiças frescas
140 g de cogumelos frescos, laminados
200 g de caldo de legumes
200 g de água
200 g de arroz agulha
Sal e pimenta preta moída na hora
Requeijão p/ servir - opcional
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Coloque no copo a cebola, o alho e o azeite, pique e refogue 5 min/Varoma/vel 1.
Junte as nabiças e os cogumelos e cozinhe 4 min/100ºC/vel colher inversa.
Adicione o caldo, a água, o arroz, tempere com sal e pimenta, envolva bem com a espátula e programe 18 min/100ºC/vel colher inversa.
 Sirva de seguida como acompanhamento ou envolva requeijão esfarelado se quiser comer como prato principal.  

tradicional

Aqueça o azeite e refogue a cebola e os alhos picados.
Quando a cebola estiver translúcida, junte as nabiças, depois os cogumelos e deixe cozinhar uns minutos até os vegetais murcharem.
Adicione o caldo e a água, tempere com sal e pimenta e quando levantar fervura, deite o arroz. Deixe em lume brando até que o arroz coza, cerva de 10 minutos.
Sirva de seguida como acompanhamento ou envolva requeijão esfarelado se quiser comer como prato principal.


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Até domingo ainda podem participar no GIVEAWAY e ganhar um dos 3 exemplares do Velocidade Colher e 1 sessão fotográfica do Susana Gomes Photography que vou sortear. 

Saibam tudo aqui.


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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Um giveaway, a seta do cupido e um bolo de avelã e canela.

A página do facebook do No Soup For You chegou aos 5000 likes!
A todos os que me seguem por lá, um obrigada cheio de sabor.

Para festejar este número tão redondinho com todos e agradecer o carinho e entusiasmo com que me acompanham, lancei um GIVEAWAY imperdível em que vou sortear 3 exemplares do meu livro Velocidade Colher e 1 sessão fotográfica do Susana Gomes Photography.

Querem saber como ganhar?

• Fazer like na página No Soup For You.
• Fazer like na página Susana Gomes Photography.
• Partilhar a imagem do giveaway de uma destas páginas no vosso perfil do facebook.
• Deixar um comentário na imagem de uma das páginas.

NOTAS: 

A sessão irá realizar-se num local escolhido por mim, em data a acordar com o vencedor/a e inclui até 5 pessoas. 
As fotografias serão usadas para divulgação. 
Só é válida uma participação por pessoa. Podem participar até dia 10 de Fevereiro.


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De vez em quando caio de amores por um ingrediente. Ou porque me chega da horta em forma de casamento combinado, em que não há como fugir às couves e aos rabanetes, ou porque a seta do cupido me atinge inesperadamente, como agora.

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As avelãs são o amor da vez. Porque no que diz respeito a comida, deixo aqui escrita a confissão: sou uma mulher de muitos amores!
Numa fatia de bolo com aroma a canela, este é daqueles amores que dá frutos: um fim de semana mais feliz! Depois de um mês de muita sopa, digam lá se não sabe bem um bolinho para dar as boas vindas a Fevereiro?

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Bolo de avelã e canela

130 g de avelãs
2 ovos
200 g de açúcar amarelo
200 g de leite
90 g de azeite
260 g de farinha p/ bolos
1 c. sopa de canela
1 c. chá de fermento p/ bolos

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thermomix_bimby

Pré-aqueça o forno a 180ºC.
Unte com manteiga e polvilhe com farinha uma forma de buraco.

Coloque 50 g de avelãs no copo e pulverize 10 seg/vel 9. Retire e reserve.
Com uma faca, corte grosseiramente as restantes 80 g de avelãs e reserve.
Introduza a borboleta no copo e bata os ovos com o açúcar 2 min/37ºC/vel 3 ½. Depois programe mais 2 min/vel 3 ½.
Adicione o leite e o azeite e bata 40 seg/vel 3.
Junte a farinha, a canela, o fermento e as 50 g de avelã pulverizada, envolva com a espátula e depois envolva 8 seg/vel 3.
Por fim envolva com a espátula as restantes 80 g de avelã em pedaços reservadas.

Deite a massa na forma preparada e leve ao forno a 180ºC durante 35 minutos.

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tradicional

Pré-aqueça o forno a 180ºC.
Unte com manteiga e polvilhe com farinha uma forma de buraco.

Moa o mais finamente possível 50 g de avelã e reserve.
 Com uma faca, corte grosseiramente as restantes 80 g de avelãs e reserve.
Bata os ovos com as gemas até obter uma mistura esbranquiçada.
Adicione o leite e o azeite e continue a bater.
Envolva a farinha, a canela, o fermento e as 50 g de avelã pulverizada.
Bata as claras em castelo, envolva suavemente na massa e, por fim, envolva as restantes 80 g de avelã em pedaços reservadas.

Deite a massa na forma preparada e leve ao forno a 180ºC durante 35 minutos.

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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Uma cidade que come sopa. Setúbal e peixe.

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Não é uma escolha óbvia. 
Setúbal entrou na minha vida como um acaso, dessa mesma forma com que acontecem muitas das coisas felizes. É a cidade do Ricardo. 
Sem exibir com vaidade atributos que não tem, Setúbal foi desapertando a pouco e pouco pequenos trechos de uma conversa que nos vai envolvendo. Terra de mar e bom peixe, de praias de mar azul e serra farta (de que já falei aqui), vizinha de Palmela com o seu castelo suspenso, gosto de me deixar surpreender com afectos improváveis. 

Se vissem estas fotografias sem lhes conhecer a história, onde pensariam que estavam? 

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Muitas vezes procuramos nos destinos de sonho o que podemos descobrir tão mais perto de nós. Nas ruas por onde andamos, porquê fixar os olhos nos pés, quando à volta há um parque assim cheio de Outono. Em Setúbal. Setúbal que pode ser Braga, Évora, Viseu, Lamego, Alcobaça, Vila Real... é querer mais da nossa cidade, seja ela qual for, é aceitar o que temos como subitamente especial.
Não podia terminar de melhor forma este passeio pelas cidades que me amaciam o coração. Lisboa, Londres, Barcelona, Setúbal, foi tão bom partilhar estes bocados de mundo com vocês!

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Num dia em que o desejo especial era uma sopa de peixe, assim se fez mais uma... (gosto tanto de sopa de peixe!) 
Depois de pronta, porque não experimentar uma nova consistência? Triturei-a um pouco, já com massa e tudo e tudo - e querem saber? Ficou mesmo esmagadinha e especial. ☺ 
Deita-se-lhe o imprescindível manto de coentros e vamos a isso!

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Sopa de peixe esmagadinha

1 cebola grande 
2 dentes de alho 
150 g de cenoura 
½ pimenta red chilli, sem sementes
Azeite 
400 g de tomate maduro, cortado em pedaços
200 g de pimento encarnado, cortado em pedaços
800 g de água 
2 ovos 
400 g de peixe a gosto, em filetes 
40 g de massa cotovelinho 
Sal e pimenta preta moída na hora 
Coentros picados q.b. p/ servir 

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thermomix_bimby 

Coloque no copo a cebola, o alho, a cenoura, a pimenta red chilli e o azeite, pique 5 seg/vel 5 e refogue 8 min/Varoma/vel 1. 
Adicione o tomate, o pimento e a água, coloque a Varoma com o peixe e os ovos e programe 20 min/100ºC/ vel 1. 
Tempere com sal e pimenta, junte a massa e programe o tempo indicado na embalagem/Varoma/vel 1. 
Junte o peixe e os ovos descascados e triture grosseiramente 10 seg /vel 7. 
Rectifique os temperos e a consistência e sirva polvilhado com coentros. 

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tradicional 

Coza os ovos e reserve. 
Pique a cebola, o alho e a red chilli e refogue-os no azeite, até que a cebola fique translúcida. 
Adicione a cenoura ralada e deixe em lume brando até que murche. 
Junte o tomate e o pimento em pedaços, cubra com a água e cozinhe tapado em lume brando até que fiquem macios. 
Adicione a massa e depois o peixe e deixe em lume médio até que cozam. 
Tempere com sal e pimenta, junte os ovos descascados e triture grosseiramente. 
Rectifique os temperos e a consistência e sirva polvilhado com coentros. 

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Chegou e veio para ficar. 
Calando as vozes frias, numa daquelas estações em que nos vemos presos enquanto o vento despenteia as folhas e as certezas, vieste tu. Agora, estamos em casa.



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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Vamos lá lanchar! Iogurtes de bolacha maria e canela

A saltitar de cidade em cidade alimentada a sopa, este tem sido um mês exigente!
Enquanto recupero energias para a última paragem (na próxima sexta feira chegamos à última cidade) por agora faço uma pausa ao lanche, com um iogurte que agrada a pequenos e graúdos!

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Iogurte de bolacha maria e canela
(receita alterada em Junho de 2015)

80 g de bolacha maria ou outras bolachas caseiras
1 L de leite gordo do dia
1 pau de canela
1 iogurte natural  

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Coloque as bolachas no copo e pulverize 10 seg/vel 9. Retire e reserve.
Aqueça o leite com o pau de canela 10 min/90ºC/vel 1 e depois deixe repousar até arrefecer.
Retire o pau de canela, junte a bolacha reservada e programe 5 min/50ºC/vel 3.
Acrescente o iogurte e bata mais 15 seg/vel 3.
Distribua esta mistura por 6 a 8 frascos de vidro com tampa. Abafe-os bem com uma manta polar e leve ao forno pré-aquecido a 50ºC (mas desligado) durante cerca de 12 horas.
Se tiver uma iogurteira, deixe os iogurtes fermentarem lá durante
o mesmo número de horas.
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tradicional

Aqueça o leite com o pau de canela até levantar fervura.
Apague o lume e aguarde que o leite arrefeça até que fique apenas morno.
Triture a bolacha maria o mais finamente possível e bata com o leite morno. Misture o iogurte e misture até ficar homogéneo.
Distribua esta mistura por 6 a 8 frascos de vidro com tampa. Abafe-os bem com uma manta polar e leve ao forno pré-aquecido a 50ºC (mas desligado) durante cerca de 12 horas. Se tiver uma iogurteira, deixe os iogurtes fermentarem lá durante
o mesmo número de horas.

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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Uma cidade que come sopa. Barcelona e Lentilhas com couve flor.

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Eu sou uma pessoa de cidades. 
A primeira vez que o senti foi em Barcelona, numa viagem que, com 17 anos, me contagiou sem cura possível com um caminho totalmente inesperado. Ali respirei arquitectura com uma força que me tomou de impulso e não mais me largou. Nasceu um amor para a vida! 

Os sonhos que para a frente se desenharam acabaram por não vingar, mas regresso às ruas de Barcelona sempre com o entusiasmo inocente de quem sente que nelas os dias se caminham com uma passada maior que nós. 
Faz por esta altura um ano que lá estive pela última vez e, agora com outra vontade e outras mãos, agarrei uma Barcelona ainda mais inspiradora. Com a escala, as ruas, os edifícios, apertei na bagagem que se arruma nas memórias também as pessoas, a arte, os mercados, a comida, a cultura... a comida.  

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Este desafio de vos trazer uma cidade diferente a cada sexta feira de Janeiro tem-me feito revivê-las e recordar como é especial para mim cada uma delas.  As tapas e os petiscos são marca registada da cultura espanhola e uma das peças com que se monta o meu puzzle de cidade feliz.

E vocês, o que é que faz uma cidade colar-vos os pés às ruas? 

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As sobras de uma salada habitual cá por casa, lentilhas e frango, foram o mote para a sopa que completa a dupla de mais uma sexta feira feita de cidades que comem sopa. Para a semana chegamos ao fim e bem mais pertinho de casa!  

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 Sopa de lentilhas e couve flor 

1 cebola 
1 dente de alho 
1 cenoura 
1 alho francês pequeno 
25 g de azeite 
1 couve flor 
Água q.b. 
Sal e pimenta preta moída na hora  

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Coloque no copo a cebola, o alho, a cenoura, o alho francês e o azeite, pique 5 seg/vel 5 e refogue 8 min/Varoma/vel 1. 
Adicione a couve flor e as sobras da salada, cubra com água e programe 40 min/100ºC/ vel 1. 
Tempere com sal e pimenta, programe 2 min e vá progressivamente até à vel 7. 
Rectifique os temperos e sirva. 

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tradicional 

Pique a cebola e o alho e refogue-os no azeite, até que a cebola fique translúcida. 
Adicione a cenoura ralada e o alho francês às rodelas e deixe em lume brando até que murchem. 
Junte a couve flor e as sobras da salada, cubra com água e cozinhe tapado em lume brando até que os legumes fiquem macios. 
Tempere com sal e pimenta e triture. Rectifique os temperos e sirva. 

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