terça-feira, 16 de outubro de 2012

O sabor do pão.

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Depois de andar meio (totalmente?) perdida naquela imensidão de laranjeiras algarvias, num fim de semana de Março com cheiro a Primavera, ali estavam finalmente... a aldeia, o forno, as amigas, as senhoras da aldeia, o cão, as flores, as conversas e um dia todo pela frente.
Obrigada Sofia, quantas recordações deixaram estas fornadas...

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Junta-se farinha, fermento e água e a fé multiplica-se. 
A fé naquilo que para mim mais faz sentido, naquilo que é mais verdade no tudo que somos. A simplicidade do processo e ao mesmo tempo a complexidade do tanto que simboliza, dão ao pão a força da sobrevivência. A força a que mais do que nunca, todos nos agarramos... 

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Neste dia entre amigas, o pão fez-se pelas mãos de quem o conhece de sempre. 
Os tempos, as voltas, as pausas e truques. Fomo-nos deixando ficar ali junto ao forno, como se conseguíssemos ouvir a melodia que ia embalando todo este processo. Tudo tão natural e tão simples, ao ritmo harmonioso de quem todas as semanas amassa o pão que depois divide com as casas próximas. 

Hoje celebra-se o dia Mundial da Alimentação e também o Dia Internacional do Pão
E não pode haver nada que simbolize melhor o que representam estas datas, do que aquilo que vivi aqui nesta na aldeia. 

Mistura, amassa, leveda, coze. Parte e partilha. 
É este o sabor. ☺

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Como em casa dos meus pais temos um forno a lenha, quando a oportunidade surge, tento reviver um pouco do que foi este dia na aldeia e procuro o seu sabor numa fatia de pão quente. ☺ 

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Pão de Cenoura e Laranja 

1 cenoura 
Sumo de 1 laranja 
Água q.b 
11g fermento fresco de padeiro ou 1/2 colher sopa de fermento biológico seco (5g) 
½ colher chá de sal 
300 g farinha de trigo T65 
200 g de farinha de centeio  

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Rale a cenoura e reserve. (na bimby, são 5 seg, vel 5) 
Esprema a laranja para um recipiente e complete com água até obter 360 g de líquido. Aqueça ligeiramente apenas para que fique morno. 
Num recipiente, dissolva o fermento e o sal no líquido morno. 
Mexa, junte as farinhas e a cenoura reservada e continue a mexer a partir do centro com uma colher de pau, até que toda a farinha das bordas fique incorporada. 

Deixe levedar cerca de 2h, tapado, à temperatura ambiente. 

Numa superfície polvilhada com farinha, amasse e forme uma bola, rodando a massa nas mãos e ajeitando as bordas para baixo. Pode também optar por colocar a massa numa forma de pão forrada com papel vegetal. 
Deixe levedar destapado durante 40 minutos, mas não espere que cresça muito, pois isto só acontecerá mesmo no forno. 
Pré-aqueça o forno a 200ºC durante 20 minutos, e coloque um tabuleiro por baixo, a aquecer vazio.

(O pão da fotografia foi cozido num forno a lenha, controlado por quem sabe. Como hoje em dia é praticamente uma raridade, deixo a versão para os fornos caseiros que todos temos em casa.)

Polvilhe o pão com farinha e use uma faca de serrilha para fazer uns cortes decorativos. 
Coloque o pão no forno, junte uma chávena de água quente ao tabuleiro que colocou por baixo e deixe durante por 30 a 40 minutos. Estará cozido quando ao bater no fundo da forma ouvir um barulho oco. 
Retire, aguarde uns minutos para desenformar e deixe o pão arrefecer sobre uma grelha. 

Notas: 
- Pode saber mais sobre o World Bread Day no blogue da Moira.

- Obrigada a todos os que participaram no Passatempo Book.it que organizei durante o fim de semana na página do Facebook do No Soup. Em breve anunciarei os vencedores. 

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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Queijadinhas de abóbora. E uma promoção.

Depois do lançamento com o jornal Público, o Velocidade Colher encontra-se agora à venda nas lojas da Vorwerk. Já sabem que tem todas as receitas nas duas versões de preparação, como aqui no blogue, e entre muitas delícias, vem cheio de propostas para saborear o Outono.

Pode ser comprado em qualquer loja Bimby e também no site, onde há agora uma promoção irresistível : "Leve 3 e Pague 2" - na compra de 2 livros à escolha, oferecem o 3º!

É uma boa oportunidade para quem ainda não tem o Velocidade Colher. Quem sabe não vem dar o mote para começar a pensar nos presentes de Natal ou até pode juntar-se a uma amiga e fazerem a compra em conjunto. :)

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Depois de umas semanas em Madrid, estou de volta a Lisboa e o sol quis juntar-se a mim! Sempre ajuda a esquecer o que por aí vai e chegou mesmo a tempo deste fim de semana prolongado. ☺ 

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Vamos pegar nas bicicletas, nos amigos e na conversa e andar por aí de braços de fora enquanto dá. 
A intermitência dos estações tem destes consolos e com sabor a Outono e calor de Primavera, três dias vão dar para muitas coisas boas! 
Eu já comecei, as queijadinhas estão prontas: venham cá buscar a vossa.

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Queijadinhas de abóbora

400 g abóbora, cortada em pedaços
1 pau de canela
800 g água
Sumo de 1/2 laranja
160 g requeijão
160 g açúcar amarelo
4 ovos
20 g de farinha
1 c. chá de fermento p/ bolos
Canela em pó para polvilhar
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thermomix_bimby

Pré-aqueça o forno a 180ºC. Forre 18 formas de queques com formas de papel ou quadrados de papel vegetal.
Coloque no copo a água, o cesto com a abóbora e o pau de canela e programe 25 min/100ºC/vel 3.
Escorra a água, retire o pau de canela, coloque a abóbora e o sumo de laranja no copo, programe 30 seg e vá progressivamente até à vel 7.
Junte o requeijão, açúcar e os ovos e misture 1 min/vel 6.
Acrescente a farinha e o fermento e envolva 15 seg/vel 4.
Distribua esta mistura pelas formas preparadas e leve ao forno a 180ºC durante 20 minutos; faça o teste do palito, que deve sair seco se espetado no centro da massa.
Sirva polvilhadas com canela.  

tradicional

Pré-aqueça o forno a 180ºC. Forre 18 formas de queques com formas de papel ou quadrados de papel vegetal.
Numa panela, cubra a abóbora com água e coza-a com o pau de canela até que fique macia.
Escorra a água, retire o pau de canela, e triture a abóbora com o sumo de laranja até obter uma mistura homogénea.
Junte o requeijão, açúcar e os ovos e bata bem.
De seguida envolva a farinha e o fermento.
Distribua esta mistura pelas formas preparadas e leve ao forno a 180ºC durante 20 minutos; faça o teste do palito, que deve sair seco se espetado no centro da massa.
Sirva polvilhadas com canela.

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Susana Gomes Photography


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Aquecendo o Outono

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Quem me segue no facebook sabe que vim passar umas semanas a Madrid. Fui recebida com muuuuito sol e calor, boa comida e museus sem fim.
Pois bem, mas como o calendário não pára, entretanto também chegou o Outono e já percebi que quando voltar a Lisboa na próxima semana nem vou notar a diferença: cá como aí, a chuva e o frio bateram à porta e não esperaram licença para entrar.
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Não sendo arrebatadora como para mim é Barcelona, Madrid tem os seus encantos. ☺
A arte vai soltando perfume ao longo do Passeio do Prado, com museus porta sim, porta também, e entre tapas, mercados e parques, as tardes têm sido bem caminhadas. Ora com o sol de fim de Verão, ora com o cinzento de Outubro à espreita, do que eu gosto mesmo é de pisar as folhas secas no chão, que falam a conversa que mais me agrada: o Outono chegou e também tem os seus encantos!

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Do que vem da terra e chega à mesa, falaremos noutras histórias, hoje deixo-vos esta sopa quente, já apertadinha entre as mãos para aquecer  cá dentro. Sabe bem renovar os sabores e receber de volta os prazeres da nova estação.
Porque vêm aí os fins de tarde dourados, vamos lá dar as boas-vindas ao Outono!

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Creme de curgete com couve

1 cebola roxa
2 dentes de alho
3 courgetes, em pedaços
15 g de azeite
Água
Sal e pimenta preta moída na hora
1 couve coração pequena, cortada em juliana

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Coloque no copo a cebola, o alho, uma curgete e o azeite, pique 5 seg/vel 5 e de seguida refogue 5 min/Varoma/vel 1.
Adicione a restante curgete, cubra com água 2 cm abaixo do nível dos legumes, coloque a Varoma com a couve e programe 30 min/Varoma/vel 1.
Retire a Varoma e tempere com sal e pimenta. Feche a tampa, programe 2 min e vá progressivamente até à vel 7.
Acerte a consistência e os temperos a seu gosto e sirva.
Eu acompanhei com tostas e patê e serviu de refeição.

tradicional

Refogue a cebola picada em azeite até que fique translúcida.
Junte o alho picados e uma curgete em pedacinhos e cozinhe uns minutos.
Adicione a restante curgete, cubra com água e cozinhe durante 30 minutos.
Tempere com sal e pimenta e triture tudo.
Acerte a consistência a gosto, junte a couve e deixe cozer até que fique macia.
Eu acompanhei com tostas e patê e serviu de refeição.


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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Beringelas recheadas com funcho e frango

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Ainda temos mais dois dias. Há dois dias de Verão para aproveitar com tudo, antes de arrumarmos as havaianas e os biquínis bem juntinho das memórias boas dos mergulhos no mar. 
Eu sei que as férias provavelmente já chegaram ao fim, que os miúdos já voltaram à escola e que chegou a hora de voltar à rotina das horas marcadas e horários para cumprir. 
Mas porque não esticar o calendário só um bocadiiiinho assim?

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É que enquanto o sol nos aquece os pés pelas escadas que descem até à areia, a praia continua logo ali ao fundo à nossa espera. Com menos gente, mais areia e mais sossego, para aquietar o regresso do relógio ao pulso e do blazer cintado. 
Eu ensaio a despedida de tudo isto enquanto aproveito o sabor dos últimos legumes da estação: das curgetes, das beringelas, dos pimentos e também dos tomates, dos pêssegos e das ameixas que vão dizendo adeus na horta, a anunciar o fim de Setembro. 

Pois que seja uma despedida deliciosa! 

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Beringelas recheadas com funcho e frango

Serve 2 

2 beringelas pequenas
1 bolbo de funcho 
1 dente de alho 
15 g azeite 
1 pimento verde, s/ sementes, cortado em cubinhos 
1 peito de frango, cortado em cubinhos 
Sal e pimenta preta moída na hora 
1 c. chá de rama do bolbo de funcho 
Raspa de 1 laranja 
Queijo mozzarella fresco q.b. 

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thermomix_bimby 

Corte as beringelas ao meio no sentido do comprimento e com a ajuda de uma colher, escave a polpa de cada metade. Corte a polpa das beringelas em cubinhos e disponha as metades num pyrex. 

Coloque no copo o funcho, o alho e o azeite, pique 5 seg/vel 5 e refogue 5 min/Varoma/vel 1. 
Adicione o pimento, a polpa da beringela e o frango em pedaços, tempere com sal, pimenta e a rama do funcho e programe 8 min/100ºC/vel 1. Quando estiver quase a terminar, junte a raspa de laranja. 

Enquanto isso, pré-aqueça o forno a 180ºC. 
Recheie as metades de beringela com este preparado, e cubra com fatias de queijo mozzarella fresco e leve ao forno a 180ºC cerca de 25 minutos. 
Acompanhe com salada ou arroz. 

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tradicional 

Corte as beringelas ao meio no sentido do comprimento e com a ajuda de uma colher, escave a polpa de cada metade. Corte a polpa das beringelas em cubinhos e disponha as metades num pyrex. 

Refogue o funcho e o alho picados em azeite, durante uns minutos, sem deixar alourar. 
Adicione o pimento, a polpa da beringela e o frango em pedaços e cozinhe cerca de 8 minutos. 
Tempere com sal, pimenta e a rama do funcho e quando estiver quase a terminar, junte a raspa de laranja. 

Enquanto isso, pré-aqueça o forno a 180ºC. 
Recheie as metades de beringela com este preparado, e cubra com fatias de queijo mozzarella fresco e leve ao forno a 180ºC cerca de 25 minutos. 
Acompanhe com salada ou arroz. 

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Nota: 
 - Se sobrar recheio, triture tudo e use como molho para pastas. Fica uma delícia! 


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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Na terra dos sonhos: um site de fotografia e um batido de morango

Chega Setembro e aqui estou eu, com aquela mesma ansiedade miudinha do regresso às aulas... Depois das férias, dos mergulhos de mar e das noites quentes debaixo das estrelas, não há nada que pareça impossível.
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Sou uma apaixonada por fotografia. Desde sempre.
Desde que percebi que os momentos que contam tantas vezes se perdem nas memórias embaciadas e nos vão fugindo à deriva nos dias.
 Fotografar é protegê-los. Os felizes, os menos bons, os que nos marcam e fazem de nós quem somos.
Aqui no No Soup partilho as minhas fotografias de comida, mas a vida vem embrulhada em tantos outros sabores que vale a pena eternizar…
Vejo nos detalhes e nas pequenas cumplicidades as cores que falam a verdade dos momentos felizes.
 O meu desejo é guardá-los num click!

E agora construí um caixa para guardar esses tesouros: Susana Gomes Photography.


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Divulguem, comentem, partilhem, venham visitar-me!

Estou cheia de vontade de fotografar os vossos momentos em família, os bebés, as barrigas de grávida, despedidas de solteira, eventos familiares, tudo aquilo que nos aconchega a quem mais gostamos e que queremos pintar na memória com todas as linhas e cores.

Fico à vossa espera também na página do Facebook, onde poderão manter-se sempre a par de todas as novidades:
Este fim de semana vou estar com a Mustela na Farmácia Véritas, no Oeiras Parque, a fotografar as mamãs para a eleição da Mamã Mustela 2012.
Apareçam e podem ganhar uma sessão fotográfica.


Para me abastecer de energia para tudo isto, alinho no clube dos pequenos almoços cheios de energia.
Cá em casa os dias começam sempre melhor quando se diz bom dia à manhã com um batido de fruta, e os de morango são os favoritos do Ricardo.
Antes da escola, do escritório ou de uma sessão fotográfica, vamos lá encher o copo!

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Batido de Morango

Serve 2 ou 1 um super batido

250 g de leite bem fresco
1 iogurte
1 mão cheia de morangos congelados (ou outra fruta a gosto, congelada ou ao natural)
5 bolachas maria ou 1 c. sopa de flocos de aveia
1 c. chá de açúcar - opcional

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Coloque todos o ingredientes no liquidificador ou no copo da Bimby e bata até obter uma mistura homogénea (na Bimby programe 1,5 min/vel 9).

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O site - Susana Gomes Photography
A página no Facebook - Gosto


sexta-feira, 31 de agosto de 2012

De pés na areia e gelado na mão: Punta Umbria e Turrón

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Não há nada que me faça acordar da cama com mais vontade do que saber que me espera um fim de semana entre amigos. Conhecem a sensação?
Num saltinho chegámos a Huelva para celebrar a “boda” da Marta e do Zé.
Depois de um casamento ultra-mini-super pequeno, os 30 anos da Marta foram agora o pretexto perfeito para juntar os amigos de cá aos de lá, e com muita praia, dança e alegria, fazer de um fim de semana de Agosto uma festa cheia de salero!

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Os dias perderam-se na praia até o sol fugir e não há como nuestros hermanos para juntar petiscos, esplanada e conversa. Acabámos a noite encostados à roulote dos gelados, enquanto cada um escolhia o sabor de eleição debaixo das estrelas.
Turrón! Para mim, gelado de turrón.

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E assim chegam ao fim as sextas-feiras de “Pés na areia e gelado na mão”!
O Agosto despede-se hoje, mas vem já aí Setembro com mais calor, mais dias de sol e mais Verão para nos fazer sorrir. Vamos lá?

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Gelado de turrón e café

200 g de turrón
400 ml de leite gordo
200 ml de natas 33% de gordura
60 g de açúcar amarelo - opcional
1 c. sopa de café solúvel
4 gemas  

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Coloque o turrón partido em bocados no copo seco e pulverize 10 seg/vel 9. Retire e reserve.
Coloque no copo as natas, 350 g do leite e o açúcar e programe 10 min/90ºC/vel 2.
Adicione o turrón reservado, o café e as gemas (previamente misturadas com um pouco de leite retirado do copo) e marque 5 min/80ºC/vel 3.
Transfira para uma taça ou jarro com tampa, deixe arrefecer e leve ao frigorífico. Depois de frio, congele em cuvetes ou sacos de gelo.
Quando estiverem congelados, coloque os cubos no copo, junte os restantes 50 g de leite e triture 1 min/vel 9, envolvendo com a espátula através do bocal da tampa.
Guarde o gelado numa caixa e retire do congelador para amolecer 15 minutos antes de servir.

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tradicional

Triture o turrón o mais finamente possível e reserve.
Aqueça o leite, as natas e o açúcar, até levantar fervura e apague o lume.
Bata as gemas à parte e adicione-lhes um pouco do leite quente, para que não talhem.
Mexendo constantemente, adicione-as ao leite, acrescente o turrón reservado e o café e deixe em lume médio, mexendo sempre até que a mistura engrosse.
Transfira para uma taça ou jarro com tampa, deixe arrefecer e coloque no frigorífico até ficar fresco. Leve o gelado à máquina de gelados, ou, em alternativa, coloque no congelador e vá batendo com a batedeira várias vezes durante a solidificação. Quantas mais vezes for batido mais cremoso ficará.
Guarde o gelado numa caixa e retire do congelador para amolecer 15 minutos antes de servir.

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De pés na areia e gelado na mão: Guincho e Chocolate
De pés na areia e gelado na mão: Arrábida e Morango com Melância
De pés na areia e gelado na mão: Odeceixe e Gelado de arroz doce

 

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Cenouras dos olhos bonitos. À algarvia

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Hoje trago cenouras, simplesmente cenouras. 
Com Agosto a chegar ao fim, aqui fica um prato de rodelas cor de laranja, diz quem sabe (pais e mães), rodelas com o mágico poder de fazer os olhos bonitos.  

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Cenouras à algarvia

2 cenouras (300 g), cortadas em rodelas
Água
3 dentes de alho
1 ramo de coentros ou salsa
2 c. sopa de vinagre
2 c. sopa de azeite
Sal e pimenta preta moída na hora q.b.

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Coloque 500 g de água no copo, a Varoma com as cenouras e programe 30 min/Varoma/vel 1. Retire e reserve.
Coloque no copo vazio o alho, as ervas frescas, o vinagre, o azeite, sal e pimenta e pique 3 seg/vel 5-7.
Misture tudo e deixe tapado no frigorífico a marinar de um dia para o outro.  

tradicional

Coza a cenoura, de preferência a vapor.
Pique o alho, as ervas frescas, misture com o vinagre e o azeite e tempere com sal e pimenta.
Envolva com a cenoura e deixe tapado no frigorífico a marinar de um dia para o outro.


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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

De pés na areia e gelado na mão: Odeceixe e Gelado de arroz doce

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Das coisas boas da vida. Descobrir!
Que há outras sítios para lá do horizonte, onde nos esperam praias de azul sem fim e falésia a emoldurar paraísos. Que há outros gelados além da fruta e dos sabores já provados.
Depois de um dia de mar na cara e calor na pele, depois de um prato de arroz doce perfumado com canela, mexe tudo e volta a dar: Hoje é sexta feira, dia de mais um “De pés na areia e gelado na mão”! E esta semana há praia de Odeceixe e um gelado de arroz doce!

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De carro, sempre junto à costa, de Lisboa a Sagres é um sem fim de praias imensas, de praias que se cravam a nós como se fizessem parte das memórias desde sempre. Trazem uma brisa a areia molhada, um cheiro a ondas com espuma, que se escrevem nas nossas estórias com aquele mesmo texto das conversas entre amigos de infância. Estão sempre lá, mesmo quando estão longe.

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E é também assim a história do arroz doce. Faz parte das coisas boas que nunca nos falham. Mas e será que ainda nos pode surpreender? 
O clássico de sempre, numa bola de gelado! ☺


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Gelado rápido de arroz doce 

100 g de açúcar 
400 g de sobras de arroz doce congelado 
500 g de leite gordo congelado 
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Congele as sobras de arroz doce num recipiente baixo e largo. 
Congele o leite em couvetes ou sacos para gelo. 

Coloque no copo o açúcar e pulverize 10 seg/vel 9. 
Junte o arroz doce e o leite e triture 1,5 min/vel 9. 
Se a mistura ficar pouco homogénea, junte mais 50 g de leite à temperatura ambiente e programe 30 seg/vel 7. 
Sirva de seguida ou congele. Se congelar, retire 15 minutos antes de servir, para que amoleça.  

tradicional 

Congele as sobras de arroz doce num recipiente baixo e largo. 
Congele o leite em couvetes ou sacos para gelo. 

Retire o arroz doce e o leite do congelador e deixe à temperatura ambiente durante 15 minutos, apenas até que amoleçam um pouco, mas sem que cheguem a descongelar. 
Triture todos os ingredientes até obter uma mistura homogénea. 
Sirva de seguida ou congele. Se congelar, retire 15 minutos antes de servir, para que amoleça.



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Photobucketby Ricardo Mendes Almeida

De pés na areia e gelado na mão: Guincho e Chocolate - aqui  
De pés na areia e gelado na mão: Arrábida e Morango com Melância - aqui

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Salada de beringela e hortelã

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Não aguento mais do que isto: muita água, sumos frescos, gelados, fruta e saladas. Venham as saladas! 
E esta é especial. Esta é mesmo especial.  

Porque foi num dia de sol e calor, num dia todo cheio de Verão. Com uma manhã transparente a pedir mar e areia, em que lá fomos nós, eu e a minha mãe, as duas pelas dunas fora. Andámos até estendermos toalhas de conversa fiada, para ali ficarmos entretidas nas coisas que dão mais grão a estes momentos. 
Folheiam-se as páginas de um livro, fala-se dos pequenos tudos e dos grandes nadas e regressamos a casa com a pele a saber a sal, à procura de almoço rápido e leve. 

Basta ir à horta que está lá tudo. As beringelas, a hortelã, os limões e a vontade de que a vida fosse sempre assim tão simples. Ou não...  

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Salada de beringela e hortelã 

Serve 2 

3 beringelas 
1 molho de hortelã 
Sumo de 1 limão 
Azeite 
Sal e pimenta preta moída na hora 
Requeijão - opcional 

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Corte a beringela às rodelas finas e grelhe-a numa chapa untada com azeite, dispondo as rodelas sem sobrepor. Vire a meio e vá repetindo até terminar. 

Num almofariz, pise 6 folhas de hortelã com sal, pimenta, sumo de limão e azeite. 
 Deixe a beringela grelhada arrefecer um pouco e coloque-a num prato de servir com a restante hortelã. Tempere com a hortelã e sirva. 

Neste dia a salada foi acompanhada com salmão grelhado, mas serve de refeição completa se lhe juntarmos requeijão esfarelado. 


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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

De pés na areia e gelado na mão: Arrábida e Morango com Melancia

Mais uma sexta feira de Agosto, mais uma praia e um gelado! ☺

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Serra e mar. A um saltinho de Lisboa, a Arrábida é um tesouro um pouco esquecido, talvez envergonhada demais para se exibir sem pudores nos circuitos da moda.
Pela mão do Ricardo, fui mergulhando no azul do mar, no verde da serra e no cheiro a Verão que por estes meses se respira nos seus trilhos.

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Do Portinho da Arrábida à Figueirinha, Galápos, Galapinhos, Coelhos, Albarquel, Creiro, Alpertuche... a serra lança-se no mar sereno e ampara tranquilamente a areia fina e clara das praias.
O paraíso aqui tão perto... nunca me soou tão bem.

Vai um mergulho e um gelado?


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Sorvete de morango e melancia

60 g de açúcar amarelo
2 folhas de hortelã
500 g de morangos congelados
150 g de melancia

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Congele previamente os morangos.
Coloque no copo o açúcar e pulverize 10 seg/vel 9.
Junte a hortelã e pulverize mais 5 seg/vel 9.
Adicione os morangos congelados e a melancia e programe 1 min/vel 6-7.
Sirva de seguida ou congele. Se congelar, retire 15 minutos antes de servir, para que amoleça.  


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tradicional

Retire os morangos do congelador e deixe à temperatura ambiente durante 15 minutos, apenas até que amoleçam um pouco, mas sem que cheguem a descongelar.
Triture todos os ingredientes até obter uma mistura homogénea.
Sirva de seguida ou congele. Se congelar, retire 15 minutos antes de servir, para que amoleça.


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De pés na areia e gelado na mão: Guincho e Chocolate - aqui