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domingo, 16 de outubro de 2011

Bolinhos da Aldeia Entrançados

O milagre começa e acaba nas mãos.
De quem amassa e transforma em alimento farinha e água; de quem o parte e reparte e faz da partilha uma riqueza que conforta.
Por esse mundo fora, pão é pão. De simbolismos feito, de cheiros e tradições, de abundância e pobreza.

Hoje celebra-se o Dia Mundial do Pão e da Alimentação e tal como tem acontecido nos últimos anos, participo na comemoração organizada pela Zorra, que me foi dada a conhecer há dois anos pela amiga Moira.

Este não é o pão nosso de cada dia. É um pão doce, daqueles que se vendem nas festas das aldeias, de miolo rico e denso, que resiste ao passar dos dias. É como mais gosto dele: torrado às fatias, com manteiga e um copo de leite.

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Bolinhos da Aldeia Entrançados

100 g de amêndoa s/pele
250 g leite
40 g vinho do Porto
40 g de manteiga
20 g fermento de padeiro fresco
1 c. chá de sal
1/2 c. chá de gengibre em pó (ou erva-doce)

Raspa de 2 laranjas
220 g açúcar 
amarelo
700 g farinha
de trigo T65
150 g passas
Gema de ovo p/pincelar

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Preparação da massa na bimby:
Pulverize a amêndoa 10 seg/vel 9. Retire e reserve.
Coloque no copo o leite, o vinho do Porto, a manteiga, o fermento, o sal, o gengibre e a raspa de laranja e programe 2 min/37ºC/vel 2.
Adicione a farinha, a amêndoa e o açúcar e marque 4 min/vel espiga.
No ultimo minute, deite as passas pelo bucal.
Forme uma bola e deixe levedar num alguidar tapado com um pano até dobrar de tamanho.

Preparação da massa na MFP:
Deite na cuba os ingredientes na cuba pela ordem indicada para a sua máquina e seleccione o programa “Massa”. Quando apitar, junte as passas.

Preparação da massa tradicional:
Dissolva o fermento no leite morno.
Moa a amêndoa o mais finamente possível ou, se preferir, opte por usar miolo de amêndoa.
Numa tigela faça um monte com a farinha, a amêndoa e o sal.
No centro vá adicionando o leite e o vinho do Porto.
Misture a manteiga derretida, o gengibre, o açúcar e a raspa de laranja, amassando muito bem.
Por fim, misture as passas e amasse até que fiquem envolvidas.
A massa fica mais consistente que a de pão.
Forme uma bola e deixe levedar num alguidar tapado com um pano até dobrar de tamanho.

…………………………………………………………

Quando a massa tiver levedado, trabalhe-a um pouco com as mãos, apenas para lhe tirar o ar.
Molde pequenas broas ou, se preferir, faça rolos finos com a massa e forme tranças.

Enquanto isso, aqueça o forno a 180ºC.
Pincele com gema de ovo batido com um fio de leite e leve ao forno cerca de 25 a 30 minutos.

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The miracle starts and ends in the hands.
Of those who kneads and turns into food flour and water; of those who shares this piece of confort.
All over the world, bread is bread. Made of symbolism, smells and traditions, wealth and poverty.

Today we celebrate the World Bread Day, and as usual I participate in the celebration organized by Zorra. Thank you Moira for the reminding. ☺

This is not our daily bread. It’s a sweet bread, one of those that are sold at the annual celebrations of the small villages of Portugal. Rich and dense crumb, which resists the passage of time. And that’s how I like it: sliced roasted with butter and a glass of milk.

Sweet Braids

20 g fresh yeast
250 ml milk
700 g bread flour
100 g ground almond
40 ml Port wine
40 g butter
100 g ground almond 1/2 tsp ground ginger
220 g sugar
Zester of 2 oranges
700 g bread flour
150 g raisins
Egg yolk to brush


Undo the yeast in the milk.
Place the flour, almond and salt in a bowl and place the milk and Port wine in the center.
Mix the melted butter, ginger, sugar and lemon zest, kneading well.
The dough is tougher than simple bread dough. In the end, mix the raisins.
Form a ball and let rise in a bowl covered with a cloth until doubled in size.

Work it a little with your hands, just to take away the air.
To model, form little loafs or braids. Let it rest another half hour.

Meanwhile, preheat the oven to 180ºC.
Brush with the egg yolk and bake for 20/25 minutes.

Bake Bread for World Bread Day 2011

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Iogurte Natural Sólido e Líquido - Dicas e Receita Base

O post com a receita base e dicas para fazer iogurtes sólidos e líquidos, de Março de 2009 (bem no início do blogue), continua a ser um dos mais visitados.
Todo estes anos depois, cá em casa continuamos adeptos do iogurte caseiro.
Principalmente desde que o Ricardo deixou de beber leite, a quantidade de iogurte que se consome é ainda maior e nunca falta no frigorífico. Duas vezes por semana saem duas litradas dele, num ritual que se torna quotidiano, rápido e cada vez mais simples, conforme se vai repetindo ao longo do tempo.
Tão mecanizado que mesmo nestas semanas mais caóticas da chegada da Isabel, foi coisa que nunca faltou por cá.

No entanto, o post que existia já estava muito desactualizado em relação ao que faço hoje em dia.
Com a prática, fui simplificando cada vez mais o processo e por isso volto hoje ao tema, para partilhar convosco o método que uso actualmente.
   photo 0003_zpsmrku1jvp.jpg

Primeiro que tudo, eu gosto muito e bebo leite. Leite de vaca. 
Não sou alérgica, não tenho doenças que impeçam o seu consumo e mesmo sabendo que não é essencial para uma alimentação saudável, dado que gosto tanto, não tenho porquê eliminar o seu consumo. Na verdade, nem bebo muito, mas não dispenso o meu café com leite pela manhã, que tão bem me sabe. 

Posto isto, procuro beber leite da melhor qualidade possível
E para mim, isto passa por um leite que esteja o mais próximo possível do seu estado original, de forma a preservar aquilo que tem de benéfico e que se perde nos processos de transformação a que é sujeito o leite ultra pasteurizado, principalmente o magro e meio gordo. 
Esses leites, aos quais se retira isto, acrescenta aquilo, vão perdendo as propriedades que naturalmente lhes conferem valor nutricional e facilitam a sua digestão, em prol da diminuição das calorias e aumento da data de validade. 
Comecei por trocar o leite UHT por leite gordo pasteurizado até que, depois de muito procurar, consegui encontrar leite pasteurizado gordo, biológico, que é o que actualmente se consome cá em casa e com o qual faço o iogurte. 

Que diferença! No sabor, na consistência, na cremosidade. É um iogurte totalmente diferente, vale mesmo a pena. 
Infelizmente, porque parece que em Portugal só há mercado para produtos com rótulo light, magro, ou sem isto e sem aquilo, é muito difícil encontrar leite de vaca de qualidade e ainda mais, se o quisermos nacional.
Em Lisboa só encontro à venda leite com estas características nas lojas Miosotis, Celeiro, Bio Mercado, Amor Bio e pontos de venda da Herdade do Freixo do Meio e mesmo assim com um abastecimento nem sempre regular. 

Vamos lá então às dicas e à receita, que isto não custa nada e vale mesmo, mesmo cada um dos poucos minutos que nos leva a fazer. 


Dicas: 

 - Procure usar um leite da melhor qualidade possível, de preferência leite gordo, do dia. 

 - No processo de fermentação dos iogurtes a temperatura é um factor fundamental. 
Se o leite estiver demasiado quente, as bactérias do iogurte morrem e não se reproduzem, se estiver muito baixa, poderá não ser suficiente para que elas se reproduzam como queremos. 
45º-50ºC é a temperatura ideal para a fermentação decorrer nas melhores condições. 

 - Uma dica para obter um iogurte ainda mais consistente, é começar por aquecê-lo primeiro até ao ponto próximo de fervura (cerca de 90ºC) e depois deixar arrefecer até aos 50ºC para só então juntar o iogurte. É um processo mais demorado, mas pode fazer a diferença.
Caso queira aromatizar o leite, é uma boa ideia juntar casca de citrino ou alguma erva a gosto.
 - Utilizo como ponto de partida para a fermentação iogurte natural dos mais simples, com a máxima validade disponível, ou uma quantidade equivalente de iogurte caseiro, dos últimos feitos. 

 - Para fazer iogurtes com fruta fresca, esta deverá ser sempre pasteurizada, devendo para tal ser fervida e arrefecida (como se fosse uma compota rápida), antes de misturar com o leite. Se não o fizer, muito provavelmente os iogurtes ficarão talhados (ganham uma aguadilha esfarripada). 
No entanto, há frutas cujas enzimas dificultam a fermentação (morangos, ananás natural, kiwi, por ex), aumentando a probabilidade dos iogurtes talharem, mesmo que sejam previamente cozidas. 
Nestes casos, prefiro distribuir compota dessas frutas por cada um dos copinhos e verter por cima a mistura de iogurte natural para fermentar. Assim resulta sempre. 
Ou, ainda mais simples, fazer iogurte natural e adicionar a compota apenas na altura de comer, na taça de servir ou em copinhos individuais com tampa, caso queira comê-los fora de casa. 

- Evite usar recipientes de plástico na fermentação do iogurte, pois são ambientes propícios ao aparecimento de micróbios. 
Se usar recipientes com tampa de metal, tenha atenção ao eventual aparecimento de ferrugem. Para maior segurança, sugiro que coloque película aderente entre os copos e a tampa. 

 - Para fazer iogurte líquido, deixe fermentar cerca de 8 horas, e depois mexa antes de colocar no frigorífico. 
Para um iogurte mais sólido e consistente, aumente o número de horas de fermentação, entre 8 a 12h. 


* Se não tiver iogurteira (actualmente deixei de usar a minha, por me ser mais prático fazer da forma que explico abaixo), pode usar frascos de vidro pequenos ou um frasco grande de 1L, servindo-se para uma taça quando quiser comer. Se mais tarde quiser levar para fora de casa, basta deitar uma porção num frasco com tamanho de dose individual

Eu faço 2 L de cada vez, por isso uso o seguinte método para fermentar: 

 - Coloque três dedos de água a ferver num frasco grande de vidro, com tampa, de preferência de 1L – uso destes
Deixe o frasco assim enquanto prepara a mistura, para que fique morno. 
Deite fora a água e verta a mistura de iogurte pronta a fermentar. 
Embrulhe o frasco numa manta polar, junto com um saco de água quente, e deixe fermentar embrulhado, numa zona quente da casa, sem mover de lugar, durante 8 a 12h. 

 - Se preferir, em vez do frasco grande, use frascos pequenos, para doses individuais. 

 - Pode também deixar a fermentar dentro de uma geleira de praia, embrulhado na manta com o saco de água quente. 

 - Em alternativa, pode embrulhar na manta polar, sem o saco de água quente, e fermentar no forno previamente aquecido a 50ºC, já desligado.
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Tendo em conta estas dicas e cuidados, fazer iogurte não custa mesmo nada! 
Depois de se experimentar uma vez, percebe-se como é simples e rápido, e também mais barato - principalmente se tivermos em conta a qualidade do iogurte que obtemos, sem corantes nem conservantes e feito com ingredientes de qualidade escolhidos por nós. 

Agora que começamos a ensaiar a despedida das frutas de Verão, com as ameixas, os pêssegos, a melancia e os figos a queimarem os últimos cartuxos, aqui fica um dos pequenos almoços desta semana. Vão deixar saudades!

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Iogurte caseiro, a última colheita de figos da nossa figueira nesta temporada, amêndoas e mel. 
Troca-se a fruta, junta-se sementes e frutos secos a gosto, ao lado uma chávena de café acabado de fazer e uma torrada de pão de centeio, e assim são muitos dos bons dias veranis aqui por casa.


   photo 0005_P_zpsxrb89bgf.jpg 


Iogurte Natural – Receita base 

1 L de leite gordo pasteurizado 
1 c. sopa de iogurte natural 


// preparação tradicional 

Aqueça o leite até 50ºC. Se não tiver termómetro, poderá aferir a temperatura certa quando conseguir aguentar lá o dedo durante uns segundos. Caso aqueça demais, basta aguardar que arrefeça novamente até esse ponto. 
Adicione 1 c. de sopa de iogurte e misture bem. 

Deite no frasco de vidro grande ou nos copos da iogurteira, e deixe fermentar entre 8 a 12 horas., caso queira iogurte líquido ou sólido. 

Para fermentar sem iogurteira: coloque três dedos de água a ferver num frasco grande de vidro, com tampa, de preferência de 1L. 
Deixe o frasco assim, enquanto aquece o leite, para que o frasco fique morno. 
Deite fora a água e encha com a mistura de iogurte. 
Embrulhe o frasco numa manta polar junto com um saco de água quente, e deixe fermentar embrulhado, numa zona quente da casa, sem mover de lugar. 

Depois de fermentar, coloque no frigorífico e consuma quando estiver fresco. 
Se fizer iogurte líquido, mexa antes de colocar no frigorífico. 


// preparação robot de cozinha (bimby_thermomix) 

Coloque o leite no copo e aqueça 7 min/50ºC/vel 3 (se fizer 2 L de uma só vez, aqueça 14 min). 
Junte o iogurte e misture 15 seg/vel 4. 

Deite no frasco de vidro grande ou nos copos da iogurteira, e deixe fermentar entre 8 a 12 horas., caso queira iogurte líquido ou sólido.

Para fermentar sem iogurteira: coloque três dedos de água a ferver num frasco grande de vidro, com tampa, de preferência de 1L.
Deixe o frasco assim, enquanto aquece o leite, para que o frasco fique morno. 
Deite fora a água e encha com a mistura de iogurte.
Embrulhe o frasco numa manta polar junto com um saco de água quente, e deixe fermentar embrulhado, numa zona quente da casa, sem mover de lugar.

Depois de fermentar, coloque no frigorífico e consuma quando estiver fresco.
Se fizer iogurte líquido, mexa antes de colocar no frigorífico.


   photo 0006_zpsledknpyr.jpg


Sobre iogurtes com leites vegetais:

- Ao usar leite de soja ou coco, por exemplo, e um iogurte vegetal ou o fermento próprio para iogurtes com cultura bacteriológica, garante-se que os iogurtes vegetais têm características probióticas.
Para garantir uma consistência mais cremosa usa-se ágar-ágar ou amido de mandioca como espessantes.

- Pode ver a receita de "iogurte" de soja aqui.

- Pode ver a receita de "iogurte" líquido de soja aqui.





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domingo, 5 de abril de 2009

Pão de Leite. Com Chocolate

Esta massa de pão de leite é do melhor que já comi.
Fica macia, macia…

Adaptei a receita à máquina de pão e desde aí é com muita alegria que a tenho visto por tantos blogs, sempre muito elogiada.
Desta vez, apenas para lhe dar um ar diferente, amassei na bimby e cozi no forno, para que ficasse com o aspecto que se vê na foto.

Quem já fez ou ainda vier a experimentar, responda-me: conseguem comer apenas uma fatia? :)

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250 g de leite
1 colher de chá de sal
50 g de manteiga
50 g de açúcar
500 g de farinha
15 a 20 g de fermento de padeiro

50 gr cacau em pó - opcional

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máquina de pão

Coloque os ingredientes pela ordem indicada na sua máquina e seleccione o programa “Pão Doce”.
Quando o programa terminar, desenforme e deixe arrefecer numa grelha.

Se quiser fazer como está na foto, seleccione o programa massa e antes que comece a levedar, retire-a da cuba.
Divida a massa em duas partes, junte o chocolate a uma delas e amasse bem.
Forme duas bolas, deixe que levedem até dobrarem de volume e estique em dois rectângulos com o rolo da massa.
Sobreponha-os e enrole bem apertado a partir do lado mais pequeno.
Deixe levedar novamente e coza em forno pré-aquecido a 180º com uma taça de metal com água lá dentro.
Coloque a arrefecer em cima de uma grelha.

thermomix_bimby

Coloque todos os ingredientes no copo, menos a farinha e o fermento (e o chocolate) e programe 1 min, 40º, vel 2.
Junte o fermento e a farinha: 20 seg, vel 6 + 3 min, vel espiga.
Se quiser fazer o rolo com as duas cores, retire metade da massa e junte o chocolate: 1 min, vel espiga.
Formar 2 bolas e deixar levedar até dobrarem de volume.
Estique em dois rectângulos com o rolo da massa, sobreponha-os e enrole bem apertado a partir do lado mais pequeno.
Deixe levedar novamente e coza em forno pré-aquecido a 180º com uma taça de metal com água lá dentro.
Coloque a arrefecer em cima de uma grelha.

tradicional

Aqueça ligeiramente o leite e dissolva o fermento.
Faça um vulcão com a farinha, o açucar e o sal. No meio coloque o leite e a manteiga derretida. Amassar muito bem durante uns minutos.
Divida a massa em duas partes, junte o chocolate a uma delas e amasse bem.
Forme duas bolas, deixe que levedem até dobrarem de volume e estique em dois rectângulos com o rolo da massa.
Sobreponha-os e enrole bem apertado a partir do lado mais pequeno.
Deixe levedar novamente e coza em forno pré-aquecido a 180º com uma taça de metal com água lá dentro.
Coloque a arrefecer em cima de uma grelha.

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Fonte – Receita colocada no forumbimby pela querida Carocas.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Um Gratinado Para a Despedida

E aqui chegámos.
O novo ano espreita atrás da porta e não há quem lhe augure entusiasmos: as crises, os cortes, a austeridade forçada, os desalentes do dia a dia... desligaram em todos nós essa luzinha de excitação que se acende com a chegada de um novo Janeiro.

Pois eu acredito que vale a pena. Sempre.
Pelas pessoas, pelos "sim" que nos apaixonam, pelas verdades que nos dão às mãos cores para colorir os cinzentos.
É procurar, é querer. É olhar de frente o caminho e ir.

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E há sempre um sorriso aonde se chegar.

Desejo a todos os que visitam o No Soup um 2012 Feliz!
Que seja um ano de muitos sabores.

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Para a despedida do ano que se vai, deixo uma combinação robusta: a delicadeza dos espinafres da horta e cogumelos, com o génio forte do queijo da Ilha. Amaciado com o leite de coco, parecem-me sabores perfeitos para dias especiais. São os dias de festa!

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Gratinado de Cogumelos e Espinafres

Serve 4

100 g de queijo da Ilha
Casca de ½ limão, só a parte amarela
400 g de leite de coco – usei caseiro *
30 g de farinha (2 c. sopa)
10 g de manteiga (1 c. sopa)
25 g de azeite
400 g de cogumelos frescos, cortados ao meio
50 g de vinho branco
Um molho de espinafres frescos (cerca de 300 g)
Pão ralado q.b.

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thermomix_bimby

Pré-aqueça o forno a 180ºC.

Rale o queijo com a casca de limão 6 seg/vel 7. Retire e reserve.

Coloque no copo o leite de coco (ou prepare-o conforme descrito abaixo *), a farinha e a manteiga, tempere com sal e pimenta e programe 5 min/90ºC/vel 4.
Caso prefira que fique com um sabor menos intenso, substitua uma parte do leite de coco por leite de vaca. Retire e reserve numa taça grande.

Arranje os espinafres, e coloque as folhas na Varoma. Reserve.

Deite o azeite no copo e aqueça 1 min/Varoma/vel 1.
Junte os cogumelos: 2 min/Varoma/vel colher inversa.
Adicione o vinho branco, tempere com sal e pimenta (atenção que o queijo da Ilha também tem sal), coloque a Varoma e programe 5 min/Varoma/vel colher inversa.

Junte os espinafres e os cogumelos ao molho bechamel reservado, adicione metade do queijo ralado e misture tudo.
Coloque esta mistura num pyrex, polvilhe com o pão ralado e o restante queijo e leve ao forno a 180ºC durante 30 minutos.

Sirva como entrada, acompanhamento ou prato principal, neste caso acompanhado de arroz ou outro cereal.

tradicional

Pré-aqueça o forno a 180ºC.

Rale o queijo e a casca do limão e reserve.

Aqueça o azeite e a manteiga numa frigideira larga e salteie os cogumelos até começarem a ganhar cor. Junte o vinho e deixe ferver por uns minutos.
Junte a farinha e mexa sempre. Depois adicione o leite de coco (pode prepará-lo conforme descrito abaixo *), tempere com sal e pimenta cozinhe até o molho encorpar e obter uma mistura homogénea. Caso prefira que fique com um sabor menos intenso, substitua uma parte do leite de coco por leite de vaca.
Enquanto isso, arranje os espinafres e cozinhe-os ainda molhados numa panela fechada, apenas por uns minutos, para que quebrem com o vapor criado. Esprema-os bem e junte-os aos cogumelos.
Adicione metade do queijo ralado e misture tudo.

Coloque num pyrex, polvilhe com o pão ralado e o restante queijo e leve ao forno a 180ºC durante 30 minutos.

Sirva como entrada, acompanhamento ou prato principal, neste caso acompanhado de arroz ou outro cereal.

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Notas:

* Para preparar o leite de coco:
Na Bimby - deite no copo 500 g de leite com 60 g de coco ralado e programe 6 min/90ºC/vel 2. Depois triture 1 min/vel 3-5-7 e coe com um passador de rede fina.
Versão tradicional – Ferva o leite com o coco ralado, bata tudo no copo misturador e depois coe com um passador de rede fina.
Eu guardo sempre o coco que sobra ao coar (pode mesmo ser congelado) e uso-o nos bolos.

- Como entrada serve cerca de 6 porções, como acompanhamento serve 4 e como prato principal, acompanhado com arroz, serve 2.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Pão de Centeio, Iogurte e Sésamo

Porque o dia não começa sem o meu café com leite e uma torrada de pão caseiro, volta e meia lá estou eu a experimentar mais uma receita de pão.
Com centeio, sementes de sésamo e iogurte, não há pão de compra que supere um pão caseiro de miolo fofo e cheiroso.

Depois de arrefecer, corto às fatias e congelo uma parte: pão fresco para toda a semana, à distância de um gesto. :)

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450g de farinha de trigo T65
50g de farinha de centeio
320ml de água
2 colheres chá de sal
1 colher sopa de mel
1 colher sopa de azeite
70g de iogurte natural
15g de fermento fresco de padeiro (ou 2 colheres chá de fermento seco)
60g de sementes de sésamo pretas
1/2 colher chá de noz moscada em pó

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thermomix_bimby

Coloque no copo a água, o mel, o azeite o fermento: 2 min, temp 37º, vel 1.
Junte o sal, o iogurte, as farinhas, as sementes e a noz-moscada: 15 seg, vel 6 + 3 min, vel espiga.
Deixe levedar tapado (no copo ou num alguidar) até dobrar de tamanho.

Tombe a massa levedada da tigela para a bancada levemente enfarinhada, suavemente, servindo-se de um rapa-tachos.
Abra levemente a massa num rectângulo, com as mãos. Dobre o lado mais comprido do rectângulo até ao centro e pressione a junção com a base da palma da mão.
Dobre o outro lado da massa até ao centro e pressione novamente.
Dobre ao meio no mesmo sentido e pressione novamente com firmeza com a ponta dos dedos para selar a junção. Esta operação é que permite concentrar a força da massa numa linha dorsal imaginária.
Vire a massa de modo a que a costura fique para baixo.

Coloque a massa na forma e deixe levedar novamente por mais uma hora (até que dobre de tamanho), coberto com um pano.

Pré-aqueça o forno a 250º com um tabuleiro vazio lá dentro.

Quando colocar o pão a cozer, deite no tabuleiro uma chávena de água a ferver para criar vapor e obter uma crosta estaladiça.
Reduza o forno para 220º e coza 10 min e depois mais 30 a 35 min a 200º.

máquina de pão

Coloque a água tépida, o sal, o mel, o azeite, o iogurte, as farinhas e o fermento na cuba da máquina. Seleccione o programa para pão integral. Ao sinal sonoro junte as sementes e a noz-moscada. No final do programa desenforme e deixe arrefecer sob uma grelha.

Se preferir cozer o pão no forno, seleccione o programa “amassar”.
Quando terminar o programa, tombe a massa levedada da tigela para a bancada levemente enfarinhada, suavemente, servindo-se de um rapa-tachos.
Abra levemente a massa num rectângulo, com as mãos. Dobre o lado mais comprido do rectângulo até ao centro e pressione a junção com a base da palma da mão.
Dobre o outro lado da massa até ao centro e pressione novamente.
Dobre ao meio no mesmo sentido e pressione novamente com firmeza com a ponta dos dedos para selar a junção. Esta operação é que permite concentrar a força da massa numa linha dorsal imaginária.
Vire a massa de modo a que a costura fique para baixo.

Coloque a massa na forma e deixe levedar novamente por mais uma hora (até que dobre de tamanho), coberto com um pano.

Pré-aqueça o forno a 250º com um tabuleiro vazio lá dentro.

Quando colocar o pão a cozer, deite no tabuleiro uma chávena de água a ferver para criar vapor e obter uma crosta estaladiça.
Reduza o forno para 220º e coza 10 min e depois mais 30 a 35 min a 200º.

tradicional

Numa taça, desfaça o fermento fresco juntamente com as farinhas, fazendo uma farofa. Junte o sal, a água tépida, o mel, o azeite e o iogurte. Segure na taça com uma mão e misture os ingredientes com a outra por 2-3 min, até que se comece a formar a massa.
Retire a massa para a bancada sem a enfarinhar e comece a trabalhá-la. Coloque as duas mãos por baixo da massa, com os polegares por cima, e estique-a fazendo-a depois cair novamente sobre a bancada, com a parte que ergueu a dobrar por cima da outra.
Vá repetindo este movimento por aproximadamente 5 min até que a massa ganhe mais ar e elasticidade e se solte da bancada. Quando estiver quase no ponto, misture as sementes e a noz-moscada e continue com o processo.
Nesta altura forme uma bola, dobrando os limites para o centro.
Vire ao contrário e deixe repousar na taça enfarinha e tapada com um pano de cozinha até que duplique de tamanho.

Forre uma forma de pão de 30cm com papel vegetal.

Tombe a massa levedada da tigela para a bancada levemente enfarinhada, suavemente, servindo-se de um rapa-tachos.
Abra levemente a massa num rectângulo, com as mãos. Dobre o lado mais comprido do rectângulo até ao centro e pressione a junção com a base da palma da mão.
Dobre o outro lado da massa até ao centro e pressione novamente.
Dobre ao meio no mesmo sentido e pressione novamente com firmeza com a ponta dos dedos para selar a junção. Esta operação é que permite concentrar a força da massa numa linha dorsal imaginária.
Vire a massa de modo a que a costura fique para baixo.

Coloque a massa na forma e deixe levedar novamente por mais uma hora (até que dobre de tamanho), coberto com um pano.

Pré-aqueça o forno a 250º com um tabuleiro vazio lá dentro.

Quando colocar o pão a cozer, deite no tabuleiro uma chávena de água a ferver para criar vapor e obter uma crosta estaladiça.
Reduza o forno para 220º e coza 10 min e depois mais 30 a 35 min a 200º.
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Fonte – Adaptei a receita a partir do blogue da Margarida, o “Figo Lampo”, que a foi buscar ao livro "Aprender a fazer pão - especial, máquina de pão", da colecção 100% sabor Larousse.

sábado, 16 de outubro de 2010

Parrameiros de Mafra - World Bread Day

Pão é pão. E fazê-lo nós próprios confere-lhe um encanto ainda maior.
Nunca me esquecerei do entusiasmo que senti no dia em que pela primeira vez saiu um do meu forno.
Por isso mesmo, acho que todos deviam experimentar e surpreender-se: é bem mais fácil do que parece! :)
Hoje volto a participar no “World Bread Day”, uma iniciativa que assinala o Dia Mundial do Pão e que me foi apresentada no ano passado pela Moira.

E foi precisamente graças a ela que hoje aqui surge esta receita.
Já tinha tudo a postos para publicar um pão de figos e amêndoas, mas ao procurar nos livros cá de casa uma receita para a Moira, deixei-me entusiasmar por estes bolos de festa saloios.
E fiz eu muito bem: pão doce também é pão, e estes bolinhos são uma perdição. :)
A receita tradicional prima pelo uso da erva-doce, mas foi precisamente por aí que lhe peguei e troquei-a por gengibre.
Adquirem um aroma diferente, mas fica ao gosto de cada um: parrameiros de Mafra ou da Alameda! :)

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Para 18 un:

500g + 75g de farinha T65
50ml de água
20g de fermento de padeiro fresco
50g de manteiga
75ml de água
25ml de leite
Uma pitada de sal
Canela – usei 1 colher chá
Erva-doce moída – substitui por ¼ colher chá de gengibre
Raspa de 1/2 limão
1 ovo
180g de açúcar amarelo
Gema de ovo para pincelar

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Preparação da massa na bimby:

Coloque no copo 50g de água e o fermento e programe 1 min, temp 37º, vel 1.
Adicione 75g de farinha e envolva 10 seg, vel 3.
Retire e reserve num local morno até que dobre de volume, cerca de 30 minutos.

Deite no copo a restante água, o leite, a manteiga, uma pitada de sal, a raspa de limão e a canela: 2 min, temp 37º, vel 1.
Juntar a farinha, a massa de levedura reservada, o ovo e o açúcar e marque 10 seg, vel 6 + 3 min, vel espiga.
Forme uma bola, e deixe levedar num alguidar tapado com um pano até dobrar de tamanho.

Preparação da massa na MFP:

Desfaça o fermento em 50ml de água morna e misture com 75g de farinha.
Amasse, forme uma bola e deixe descansar num local morno até que dobre de volume, cerca de meia hora.

Deite na cuba os ingredientes líquidos, depois os sólidos e por fim a restante farinha e a massa de fermento levedada.
Seleccione o programa “Massa” da sua máquina de pão.

Preparação da massa tradicional:

Desfaça o fermento em 50ml de água morna e misture com 75g de farinha.
Amasse, forme uma bola e deixe descansar num local morno até que dobre de volume, cerca de meia hora.

Numa tigela faça um monte com a restante farinha.
No centro deite a massa do fermento e vá adicionando o leite com a água.
Misture a canela e o gengibre, a raspa de limão, a manteiga derretida, o ovo e o açúcar, amassando muito bem.
A massa fica um bocadinho mais rija que a de pão.
Forme uma bola, e deixe levedar num alguidar tapado com um pano até dobrar de tamanho.

…………………………………………………………

Quando a massa tiver levedado, trabalhe-a um pouco com as mãos, apenas para lhe tirar o ar.
Para modelar, comecei por formar uma bola com a massa e dividi-la ao meio.
Com cada metade, formei um rolo e dividi-o em 9 partes iguais.
Depois achatei cada pedaço num pequeno rectângulo e foi dobrando da parte de cima até ao meio até obter um rolo.
Se preferir, pode apenas enrolar, mas fazendo como descrevo, dá mais estrutura à massa.
Depois é só puxar um pouco as pontas e dispor num tabuleiro forrado com vegetal, dobrando e ajeitando em forma de meia-lua.
Repita até acabar a massa e deixe descansar mais meia hora.

Enquanto isso, aqueça o forno a 200ºC.
Pincele os bolinhos com gema de ovo e leve ao forno. Eu levei os dois tabuleiros ao mesmo tempo, usando fonte de calor em cima e em baixo, com ventilação. Troquei os tabuleiros de posição a meio e levaram 20 minutos a cozer.

A receita indica para pincelar com manteiga depois de saírem do forno, mas eu saltei esse passo.

Nota:
- Caso faça a massa na bimby, é provável que tenha dificuldade em retirá-la do copo, pois fica muito agarrada à lâmina.
Sempre que isso acontecer, retire a que conseguir com a espátula e depois volte a colocar o copo na máquina e dê uns toques de turbo.
Verá que a massa se solta da lâmina e poderá então retirá-la com facilidade com o auxílio da espátula.

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Bread is bread. And do it ourselves gives it an even greater charm.
I will never forget the excitement I felt on the day the first one came out of my oven.
Everyone should try it and be surprised: it's so much easier than it seems! :)

Today I participate once more in "World Bread Day”, presented to me last year by Moira.
And it was thanks to her that this recipe appears here today.
I had everything ready to publish a loaf of figs and almonds, but searching in the books to recipe for Moira, I let myself excited by something more traditional, this regional cakes.
What a delicious idea!

Parrameiros

18 un:

500g + 75g bread flour
50ml water
20g fresh yeast
50g butter
75ml water
25ml milk
1/4 tsp coarse salt
1 tsp cinnamon
¼ tsp ground ginger
Zester of ½ lemon
1 egg
180g sugar
Egg yolk to brush

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Undo the yeast in 50ml of warm water and mix with 75g of flour.
Knead into a ball and let rest in a warm place until it doubled, about half an hour.

Place the remaining flour in a bowl and place the yeast dough in the center, and then the water and milk.
Mix the cinnamon and ginger, lemon zest, melted butter, egg and sugar, kneading well.
The dough is a little tougher than usual bread.
Form a ball and let rise in a bowl covered with a cloth until doubled in size.

Work it a little with your hands, just to take away the air.
To model, began to form a ball with the dough and divide it in half.
With each half, formed a roll and divide into 9 equal parts.
Then flatten each piece into a small rectangle and bend from the top to the middle to get a roll.
If you prefer, you can just scroll, but doing as I describe, give more structure to the dough.
Form a horseshoe and arrange it in a lined baking tray.
Repeat until you finish the dough and let rest another half hour.

Meanwhile, preheat the oven to 200ºC.
Brush with the egg yolk and bake for 20 minutes.

World Bread Day 2010 (submission date October 16)

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Fonte - Adaptado a partir da receita do livro "Cozinha Regional Portuguesa", da Maria Odete Cortes Valente.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Pão Recheado com Dip de Espinafres

Sendo o pão o mais simbólico dos alimentos, é com ele que encerro os posts de 2010.
Já espreita o novo ano, anunciado com as cores cinzentas da crise.
Haja então ainda mais entusiasmo para recebê-lo, de braços abertos e com um sorriso, para que se multipliquem depois pelo ano fora.

Desejo a todos os meus amigos, leitores e clientes bimbólicos um novo ano recheado de entusiasmo e sabor! :)
Para uma entrada festiva aqui fica um pão, também ele recheado, com espinafres, para não faltar energia.
A reinvenção de um clássico, numa versão mais verde! :) :)

Photobucket

1 cebola
2 dentes de alho
Azeite
100g de fiambre em cubos (ou bacon)
800g de espinafres congelados
1 iogurte natural
50ml de leite
200g de queijo tipo philadelphia
Tabasco – usei caseiro
50g de queijo mozzarella ralado
Sal e pimenta

1 pão saloio de tamanho médio

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thermomix_bimby

Descongele os espinafres e escorra-os muito bem, apertando-os para tirar a água.

Pré-aqueça o forno a 200ºC.

Coloque a cebola e os alhos no copo: 5 seg, vel 5.
Junte o azeite e cozinhe 5 min, temp 100º, vel 1.
Adicione o fiambre e os espinafres e marque 10 min, temp 100º, vel 1.
Deite num passador de rede e deixe escorrer todo o líquido, espremendo bem.
Deite no copo o leite e o queijo cremoso: 2 min, temp 100º, vel 1, até derreter.
Junte os espinafres e os restantes ingredientes, tempere com sal e pimenta e marque 5 min, temp 100º, vel 1.

Corte uma tampa no topo do pão e com a ajuda de um garfo retire todo o miolo.
Recheie o pão com a mistura de espinafres e leve ao forno a gratinar durante 20 minutos.
Se quiser distribua o miolo pelo tabuleiro e leve ao forno junto com o pão. Depois aproveite-o para servir ou então sirva com tostas.

tradicional

Descongele os espinafres e escorra-os muito bem, apertando-os para tirar a água.

Pré-aqueça o forno a 200ºC.

Refogue a cebola e o alho picados no azeite até que a cebola quebre.
Junte o fiambre em cubinhos e os espinafres e cozinhe uns 10 min em lume médio.
Deite num passador de rede e deixe escorrer todo o líquido, espremendo bem.
Aqueça o leite e derreta o queijo cremoso, mexendo sempre. Adicione o iogurte, envolva e junte então os espinafres e os restantes ingredientes. Tempere com sal e pimenta e cozinhe em lume brando mais uns 5 min.

Corte uma tampa no topo do pão e com a ajuda de um garfo retire todo o miolo.
Recheie o pão com a mistura de espinafres e leve ao forno a gratinar durante 20 minutos.
Se quiser distribua o miolo pelo tabuleiro e leve ao forno junto com o pão. Depois aproveite-o para servir ou então sirva com tostas.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Pão de Farinha de Linhaça e Soja

O blog da Rute é único na blogosfera portuguesa. De alimentação saudável a formas alternativas de confeccionar os alimentos, aprende-se muito com as experiência que ela faz e generosamente partilha.

Depois de conhecer a riqueza nutritiva que resulta da combinação da soja com a linhaça, esta receita de pão tinha que ser feita cá em casa.
Segundo a pesquisa por ela feita, a combinação de soja e linhaça contribui para um forte reforço do sistema imunitário. “São excelentes repositores hormonais, combatendo os efeitos da menopausa/andropausa e protegendo contra o cancro da mama e do sistema reprodutor femenino/masculino. A soja com as isoflavonas e a linhaça com os lignanos (são fitoestrogénos, ou seja, estrogénios vegetais).”

Com a bimby, podemos reduzir a farinha qualquer grão que tenhamos à mão, por isso torna-se muito fácil fazer misturas ao nosso gosto, como esta: metade soja, metade sementes de linhaças e, voilá, farinha mix à disposição.
Para quem não tem este recurso, vai surgir no mercado em breve uma farinha integral com estes componentes.

Nutritivo, saboroso e inovador – Rute, o teu pão foi aprovadíssimo!

Photobucket

300 ml de leite (1 copo *)
75 ml de água (3/4 copo)
2 c. chá de mel
1 c. chá de sal
1 c.sopa de azeite
600 g de farinha de trigo T65 (3 copos)
100 g de farinha mix soja granulada + linhaça ( 1 copo)
1 c. sopa de canela em pó
Raspa de 1/2 limão
23 gr fermento fresco ou 1 pacote fermento seco

* medida do copo da MFP
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thermomix_bimby

Coloque 50g de soja granulada e 50g de sementes de linhaça no copo e reduza a farinha: 1 min, vel 5-7-9. Reserve.

Colocar no copo o leite, a água, o mel, o azeite, a raspa de limão e o fermento: 2 min, temp 37º, vel 2.
Junte as farinhas, a canela e o sal: 15 seg, vel 5 + 2 min, vel espiga.
Quando o tempo terminar tape o copo da Bimby com um pano ou transfira para outro recipiente e deixe levedar até dobrar de tamanho.
Molde a massa no formato desejado, aguarde que dobre de tamanho e coza no forno pré-aquecido, com uma tacinha de metal cheia de água no interior.

máquina de pão

Colocar os ingredientes na cuba pela ordem indicada na sua máquina.
Seleccionar o programa "Rápido".

Se preferir, seleccione o programa “Massa”.
Quando terminar, retire a massa da cuba, molde no formato desejado, aguarde que dobre de tamanho e coza no forno pré-aquecido, com uma tacinha de metal cheia de água no interior.

tradicional

Misture a água e o leite, aqueça-os ligeiramente e dissolva o fermento. Misture o mel e o azeite.
Faça um vulcão com as farinhas, a canela, a raspa de limão e o sal. No meio colocar os líquidos misturados. Amassar bem e deixar levedar tapado durante 1h.
Molde a massa no formato desejado, aguarde que dobre de tamanho e coza no forno pré-aquecido, com uma tacinha de metal cheia de água no interior.

Photobucket

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Notas:

- Eu dividi a massa ao meio: com metade fiz um pão grande, com a outra metade moldei bolinhas e nós.

- A linhaça moída é mais benéfica do que a semente inteira, pois a sua casca dura é difícil de digerir.

- No caso de fazer mais farinha de linhaça e soja do que a usada nesta receita, atenção que a linhaça moída oxida com facilidade. Guarde-a dentro dum frasco de vidro hermético no frigorífico e tente consumi-la rapidamente.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Bacalhau Espiritual

Depois das entradas e dos profiteroles que servi como sobremesa, chegou à mesa este bacalhau.
Não, a ordem não foi esta, mas como ontem era o dia branco, a sobremesa passou à frente, mas apenas na ordem de publicação aqui no blog. :)
Este bacalhau foi o prato principal com que recebemos os nossos amigos, e foi muito apreciado.
Eu já não o fazia há algum tempo. Não sei se corresponde exactamente à receita típica que lhe dá nome, mas cá em casa é assim que o chamo.
Como o bacalhau é uma espécie seriamente ameaçada de extinção, só o compro em ocasiões especiais. De resto, mantém-se o nome, mas uso sempre paloco. Só assim poderemos saborear uma bela posta de bacalhau na ceia de Natal por muitos e bons anos!



Para 6 pessoas:

800g de batatas
2 cenouras grandes
400g leite
1 colher sopa de manteiga
500g de migas de paloco
2 cebolas
2 dentes de alho
3 fatias de pão
Leite
Maionese
Queijo da ilha ralado
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thermomix_bimby

Colocar as batatas, as cenouras e o leite (usar sempre metade do peso das batatas e cenouras, menos 100g) no copo : 25 min, temp 100º, vel 1. Triturar +/- 20s, vel 4.
Juntar a manteiga e os temperos e deixar derreter.
Bater durante uns segundos na vel 3 até ficar bem envolvido. Se preferir menos espesso, junte mais um pouco de leite. Reserve.

Colocar as cebolas e os alhos no copo: 5 seg, vel 5. Juntar o azeite: 5 min, temp 100º, vel 1.
Juntar o paloco/bacalhau. Se usar em posta, coloque-o no copo já sem as espinhas e pele e desfie-o alguns segundos na velocidade 4. Seleccione depois 3 min, temp 100º, vel 1, inversa.
Aqueça o leite no microondas e use-o para embeber o pão. Deite-o depois no copo: 1 min, temp 100º, vel 2, inversa.
Retire esta mistura do copo e junte ao puré reservado, envolvendo bem as duas misturas.

Coloque num tabuleiro, cubra com uma fina camada maionese, polvilhe com o queijo e leve ao forno pré-aquecido até dourar.

Acompanhei com uma salada de folhas verdes, tomate cereja e queijo camembert, temperada com uma vinagreta de mostarda e mel.

tradicional

Coza as batatas e cenouras partidas em pedaços no leite, provavelmente terá que usar mais quantidade pois este evaporará durante a cozedura.
Quando estiver tudo cozido, tire as batatas e transforme-as em pura com o passe-vit ou um esmagador de batatas.
Coloque de novo ao lume, brando, e vá acrescentando o leite até estar no ponto que deseja.
Juntar a manteiga e os temperos e deixar derreter.
Mexer durante uns instantes até ficar tudo bem envolvido. Reserve.

Num tacho, pique as cebolas e os alhos e refogue-os levemente em azeite até a cebola quebrar.
Juntar o paloco/bacalhau. Se usar em posta, arranje-o primeiro, retirando as espinhas e a pele e desfiando-o.
Deixe cozinhar por uns minutos, até ganhar cor.
Aqueça o leite no microondas e use-o para embeber o pão. Deite-o no tacho e envolva bem.
Junte o puré reservado, mexendo vigorosamente até que tudo fique homogéneo.

Coloque num tabuleiro, cubra com uma fina camada maionese, polvilhe com o queijo e leve ao forno pré-aquecido até dourar.

Acompanhei com uma salada de folhas verdes, tomate cereja e queijo camembert, temperada com uma vinagreta de mostarda e mel.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Empadão de Alheira e Espinafres

Este prato é uma maravilha.
Gosto dele assim com alheira e espinafres, mas presta-se a muitas combinações, de acordo com os gostos, a época do ano e o recheio do frigorífico.
Comidinha de criança, daquelas que se come sem mastigar e nem se dá pelas garfadas que esvaziam o prato... :) :)



Para 2 pessoas:

1 dose de puré
1 alheira (usei de avestruz)
140g de espinafres frescos
6 dentes de alho
1 dose de bechamel
20 gr azeite

Empadão
350g batata
150g cenouras
150g de leite (metade do peso das batatas, menos 100g)
1 c.sobremesa de manteiga
Sal, noz-moscada e pimenta

Bechamel
350 gr de leite
35 gr de farinha
25 gr de margarina
Sal, pimenta e noz moscada
6 min, temp 90, vel 4


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thermomix_bimby

Colocar as batatas, as cenouras e o leite no copo : 25 min, temp 100º, vel 1. Triturar +/- 20s, vel 4.
Juntar a manteiga e os temperos e deixar derreter.
Bater durante uns segundos na vel 3 até ficar bem envolvido. Se preferir menos espesso, junte mais um pouco de leite.
Num pirex de ir ao forno distribua o puré formando a primeira camada do empadão.

Passe o copo por água e deite 10 gr de azeite e 3 dentes de alho: 5 seg, vel 5-7 + 6 min, temp varoma, vel 1.
Retira-se a pele à alheira, junta-se ao refogado e salteia-se 10 min, temp 100º, vel 3.
Distribua a alheira sobre a camada de puré.

Deite mais 10 gr de azeite e 3 dentes de alho: 5 seg, vel 5-7 + 6 min, temp varoma, vel 1.
Junte os espinafres, depois de lavados e arranjados: 4 min, temp 100º, vel c.inversa.
Deite os espinafres no tabuleiro por cima da alheira.

Sem lavar o copo, prepare o bechamel:
Coloque todos os ingredientes no copo: 6 min, temp 90, vel 4.
Deite o bechamel sobre os espinafres e polvilhe com queijo ou pão ralado (eu usei broa).

Leve ao forno a 180º até dourar e sirva acompanhado de uma salada de folhas verdes.

tradicional

Coza as batatas e cenouras partidas em pedaços no leite, provavelmente terá que usar mais quantidade pois este evaporará durante a cozedura.
Quando estiver tudo cozido, tire as batatas e transforme-as em pura com o passe-vite ou um esmagador de batatas.
Coloque de novo ao lume, brando, e vá acrescentando o leite até estar no ponto que deseja.
Juntar a manteiga e os temperos e deixar derreter.
Mexer durante uns instantes até ficar tudo bem envolvido.
Num pirex de ir ao forno distribua o puré formando a primeira camada do empadão.

Pique 3 dentes de alho e leve-os ao lume numa frigideira com metade do azeite.
Retire a pele à alheira e saltei-a uns minutos no azeite.
Distribua a alheira sobre a camada de puré.

Pique os outros 3 dentes de alho e leve-os ao lume numa frigideira com o restante azeite.
Junte os espinafres, depois de lavados e arranjados e mantenha o lume brando até que as folhas dos espinafres quebrem, sem deixar que cozinhem demais.
Deite os espinafres no tabuleiro por cima da alheira.

Prepare o bechamel:
Derreta a margarina numa caçarola e e junte a farinha. Mexa bem até que a farinha coza. Vá juntando o leite aos poucos, mexendo sempre entre cada adição para não formar grumos, mantendo o lume brando. Quando o leite terminar, o molho deve estar homogéneo. Tempere com sal, pimenta e noz-moscada.
Deite o bechamel sobre os espinafres e polvilhe com queijo ou pão ralado (eu usei broa).

Leve ao forno a 180º até dourar e sirva acompanhado de uma salada de folhas verdes.



Notas:

- Os espinafres podem ser trocados por grelos e a alheira por bacalhau ou paloco.

Fonte – Receita da CarlaB, do forumbimby.com

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Pães de Leite

O calor chegou e veio com tudo.
Pegar na toalha e enfiar uns chinelos, apontar os olhos ao horizonte e ir atrás do azul. Praia!
Podia ser, mas é quarta-feira e não há como o negar.
Do saco sai uma garrafa de limonada fresca e um pão de leite com queijo preparado antes de sair.
Agarro-o nas mãos e é de verdade. Mas sem areia nos pés…

Photobucket

Pães de Leite

Para cerca de 15 pães:

300 g de farinha de trigo integral
200 g de farinha de trigo T65
250 g leite
80 g de manteiga
80 g de açúcar
15 g de fermento fresco de padeiro ou ½ saqueta de fermento seco (cerca de 5 g)
Uma pitada de sal
1 gema de ovo para pincelar

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thermomix_bimby

Coloque todos os ingredientes no copo, excepto as farinhas, e programe 2 min, temp 37º, vel 1.
Adicione as farinhas e programe 10 seg, vel 6 e depois amasse 3 min, vel espiga.
Forme uma bola e deixe que levede tapada até duplicar de volume, aproximadamente 30 minutos.

tradicional

Aqueça ligeiramente o leite e dissolva o fermento e a manteiga derretida.
Faça um vulcão com as farinhas, o açúcar e o sal e no meio coloque os líquidos. Amasse muito bem durante uns minutos, até que a massa ganhe mais ar e elasticidade e se solte da bancada.
Forme uma bola, coloque num alguidar tapado com um pano e deixe que levede até duplicar de volume, aproximadamente 30 minutos.

máquina de pão

Junte os ingredientes na cuba pela ordem indicada pelo fabricante e escolha o programa “Massa”.

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Aqueça o forno a 200ºC, com uma tacinha de metal vazia lá dentro.

Faça bolas de 60 g e disponha-as num tabuleiro de forno forrado com papel vegetal.
Deixe levedar mais 30 minutos enquanto o forno aquece.
Bata a gema de ovo com um pingo de leite e pincele os pães.
Leve os pães ao forno cerca de 15 a 20 minutos e encha a tacinha com água a ferver para criar humidade no interior do forno.

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Notas:

- Logo que os pães arrefecem depois de saírem do forno, costumo congelar alguns. Depois basta descongelar e estarão como acabados de fazer.

- Para uma versão em formato XL, enrolado com chocolate, ver aqui.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Salsichas Espirituais

Esta receita é em tudo igual à que já aqui publiquei de bacalhau espiritual, mas usando salsichas frescas sem pele.
E quem diria que havia tanta espiritualidade e sabor numas simples salsichas? :) :)



Para 3 pessoas:

400g de batatas
200g de cenouras
200ml leite
1 colher sopa de manteiga
3 salsichas frescas de peru
1 cebola
2 dentes de alho
1 bolinha de pão caseiro
Leite
Maionese
Queijo mozzarella ralado

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thermomix_bimby

Colocar as batatas, as cenouras e o leite (usar sempre metade do peso das batatas e cenouras, menos 100g) no copo : 25 min, temp 100º, vel 1. Triturar +/- 20s, vel 4.
Juntar a manteiga e os temperos e deixar derreter.
Bater durante uns segundos na vel 3 até ficar bem envolvido. Se preferir menos espesso, junte mais um pouco de leite. Reserve.

Colocar as cebolas e os alhos no copo: 5 seg, vel 5. Juntar o azeite: 5 min, temp 100º, vel 1.
Juntar as salsichas já sem a pele: 2 seg, vel 4 + 5 min, temp 100º, vel 1, inversa.
Aqueça o leite no microondas e use-o para embeber o pão. Deite-o depois no copo: 1 min, temp 100º, vel 2, inversa.
Retire esta mistura do copo e junte ao puré reservado, envolvendo bem as duas misturas.

Coloque num tabuleiro, cubra com uma fina camada maionese, polvilhe com o queijo e leve ao forno pré-aquecido até dourar.

Acompanhámos com uma salada de tomate da horta do meu pai, madurinho e cheio de sabor!

tradicional

Coza as batatas e cenouras partidas em pedaços no leite, provavelmente terá que usar mais quantidade pois este evaporará durante a cozedura.
Quando estiver tudo cozido, tire as batatas e transforme-as em pura com o passe-vit ou um esmagador de batatas.
Coloque de novo ao lume, brando, e vá acrescentando o leite até estar no ponto que deseja.
Juntar a manteiga e os temperos e deixar derreter.
Mexer durante uns instantes até ficar tudo bem envolvido. Reserve.

Num tacho, pique as cebolas e os alhos e refogue-os levemente em azeite até a cebola quebrar.
Retire a pele às salsichas e desfaça-as grosseiramente. Acrescente ao refogado e deixe cozinhar por uns minutos, mexendo de vez em quando para desfazer o recheio das salsichas em bolinhas pequenas.
Aqueça o leite no microondas e use-o para embeber o pão. Deite-o no tacho e envolva bem.
Junte o puré reservado, mexendo vigorosamente até que tudo fique homogéneo.

Coloque num tabuleiro, cubra com uma fina camada maionese, polvilhe com o queijo e leve ao forno pré-aquecido até dourar.

Acompanhámos com uma salada de tomate da horta do meu pai, madurinho e cheio de sabor!

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Queijo fresco caseiro. Com video.

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Depois do resumo do ano cheio e entusiasmante que foi 2013, e que podem ver aqui e aqui, o No Soup já está de mesa posta para mais posts, mais receitas e tudo o que me vai na imaginação e na vontade para partilhar com vocês.

Para 2014 tenho algumas decisões tomadas que quero muito conseguir concretizar. Por isso é começar já. E acreditar que podemos sempre fazer mais para nos tornarmos pessoas melhores.
Sempre com um brilhozinho nos olhos!

Entre elas, e no que ao blogue diz respeito, estão a concretização de projetos e ideias que, depois de iniciadas, foram ficando pelo caminho.
Mostrar-vos mais dos sítios que vou conhecendo e registando com a minha máquina e a minha memória. Sim, quero muito conseguir pegar no que vai ficando para trás nos arquivos do computador e dar cor a tantas coisas bonitas que a vida me vai trazendo, partilhando-as aqui convosco.

Mas antes, antes tinha mesmo que pegar nestas imagens!
Lembram-se do video do batido de nêspera que fiz com o Ricardo em 2012? Se quiserem sentir o gostinho da chegada da Primavera, podem vê-lo aqui.
Era Abril e logo depois, motivados por essa primeira experiência, fizemos outro. Foi a segunda vez que o Ricardo filmou, por isso foi um desbravar de terreno desconhecido, tanto para ele como para mim, que sou totalmente rookie na pós-produção de tudo o que não seja fotografia.
O problema é que depois de filmarmos não tive tempo para o editar nos dias a seguir. E sabem como é... o tempo foi passando, faço para a semana, fica para o mês que vem, no Verão é que vai ser e, sem me dar bem conta como, passaram quase dois anos...
Mas ontem arregacei as mangas e aproveitámos o domingo para “arrumações”. O Ricardo no escritório cá de casa e eu na pasta dos videos.

Cá está ele: Queijo fresco, fresquinho, fresquinho, com quase dois anos. Eheheh! 



Mas para que seja mais fácil anotar com calma todos os passos e detalhes, aqui fica também a receita no blogue como habitual.

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Queijo fresco caseiro

1 L de leite fresco do dia meio gordo ou gordo
60 g de leite em pó
30 gotas de coalho líquido
1 c. chá de sal - opcional


// preparação tradicional

Aqueça o leite apenas até ficar morno.
Adicione o leite em pó, o coalho e o sal (opcional) e mexa bem para misturar.


// preparação robot de cozinha (bimby_thermomix)

Coloque no copo o leite e programe 6 min/37ºC/vel 4.
Adicione o leite em pó, o coalho e o sal (opcional) e mexa 30 seg/vel 3.


// e depois...

Retire para uma tigela e deixe repousar cerca de 30 minutos, para coalhar e ganhar consistência. 
Passado este tempo, corte uma quadrícula com uma faca, para que o soro se solte melhor e deixe descansar mais 30 minutos.

Desfaça ligeiramente o leite coalhado com as mãos e verta para um passador, para aros individuais ou para o cesto da Bimby, colocando por baixo um recipiente para apanhar o soro que se soltará. Agite um pouco.

Quando o queijo perder soro suficiente para ficar firme, o que acontece em 1 a 2 horas, pode conservar assim, imerso no soro, no frio, até ao momento de desenformar e consumir.

Aguentam-se bem durante cerca de 5 dias no frigorífico. Se quiser conservá-lo por mais tempo, deve adicionar sal ao soro.

Sirva fresco com pimenta moída na hora, flor de sal, compota, chutney, frutos secos ou saladas e saboreie. É tão bom!


Notas:
* Já experimentei com vários leites, mas o melhor resultado que obtenho é com leite pasteurizado, e gosto muito do Prado Verde de pacote mole (já não é muito fácil de encontrar, mas em muitas mercearias de bairro pode ser comprado depois de encomendado).
* O coalho compra-se nas farmácias. Muitas delas não têm, mas pode-se encomendar.
* Se usar coalho em pó, dissolva-o em água nas proporções indicadas na embalagem. Eu prefiro usar coalho líquido.
* Cheguei a esta versão da receita seguindo várias indicações que fui pesquisando na internet e em livros e depois de muitas experiências que fui fazendo.
* O soro pode ser aproveitado para fazer requeijão, pão ou scones.
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sábado, 9 de maio de 2009

Brioche de Farinha de Espelta Com Especiarias e Coco

A farinha de espelta é rica em fibras, proteínas, fósforo e vitaminas do complexo B. Pelo seu sabor intenso e tão próprio, é muitas vezes conhecida como “trigo rústico”. Por conter pouco glúten, tem a vantagem de poder ser usada para fazer massas e ao mesmo tempo ser toleradas por algumas das pessoas com intolerância a esta substância.

Gostei muito deste brioche: a massa é uma surpresa e o recheio confere-lhe mil aromas e perfumes.
Demora a levedar, mas a expectativa que esse processo cria é depois plenamente satisfeita. É o sabor da espera…



Massa:
3 colheres sopa água morna
4 colheres sopa de leite
1 colher de chá de sumo de limão
1/2 colher chá de sal
3 colheres sopa de mel
2 colheres sopa de azeite
1 chávena de farinha espelta integral *
1/2 chávena de farinha T65
1 colher chá fermento seco de padeiro – usei 6 gr fermento fresco

Recheio:
1 colher sopa de manteiga derretida
75g de açúcar amarelo
1 colher chá de canela em pó
½ colher chá de gengibre em pó
Uma pitada de noz-moscada
Coco

Calda:
80 ml de leite
1 colher de sobremesa de açúcar

* chávena de 240ml
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máquina de pão

Misture o leite e o sumo de limão e deixe repousar numa tacinha durante 5 minutos até que coalhe.
Coloque essa mistura na cuba e junte os restantes ingredientes pela ordem indicada.
Seleccione o programa “Massa”, tendo em conta que deverá deixar a massa levadar mais 1 hora além do fim do programa.

thermomix_bimby

Misture o leite e o sumo de limão e deixe repousar numa tacinha durante 5 minutos até que coalhe.
Coloque essa mistura no copo e junte a água, o azeite, o mel e o fermento: 3 min, temp 50º, vel 2.
Acrescente as farinhas e o sal: 20 seg, vel 6 + 3 min, vel espiga.
Deixe a massa repousar no copo da máquina ou num alguidar tapado com um pano durante 2 horas ou até dobrar de volume.

tradicional

Misture o leite e o sumo de limão e deixe repousar numa tacinha durante 5 minutos até que coalhe.
Dissolve-se o fermento e o sal na água morna e junta-se o mel, o azeite e o leite coalhado.
Faz-se um monte com as farinhas e no meio colocam-se os líquidos. Amassa-se muito bem e depois deixa-se a massa repousar num alguidar tapado com um pano durante 2 horas ou até dobrar de volume.

…………………………

Aproveite para forrar uma forma com papel vegetal (eu usei uma forma de bolo inglês de 9x18cm).

Estenda a massa numa superfície polvilhada com farinha.
Com a ajuda do rolo da massa forme um rectângulo.
Pincele o rectângulo com a manteiga derretida, misture todos os ingredientes do recheio e espalhe esta mistura por cima da manteiga.
Comece a enrolar a massa como se de uma torta se tratasse.
Enrole-a sobre o lado menor, resultando um comprimento de rolo maior.

Com uma faca afiada apare as pontas e divida-o em partes iguais, eu cortei em 8 partes.
Disponha-as na forma, deixando um espaço entre as rodelas, pois ao levedarem vão aumentar de volume.
Deixe levedar mais 1 hora.

Leve ao forno a 180º por 25 min, até passar no teste do palito.
Retire do forno e regue com a calda (apenas aqueci o leite até ferver e misturei o açúcar).




Notas:

- A receita pode ser dobrada, pois não rende muito.

Fontes - A massa foi adaptada do blog Veggie Wedgie e o recheio foi inspirado num brioche da Fabrícia.

sábado, 31 de outubro de 2009

Crumble de Abóbora e Peru


Fonte: http://myvintagevogue.tumblr.com

Para mim, 31 de Outubro é apenas o último dia do mês, mas eu sei que a maioria das pessoas agora festeja o Halloween com grande entusiasmo, festa e muita abóbora!
Confesso que eu fico-me apenas pela abóbora.
Ou melhor, com a Janet Leigh aqui em cima, dentro de uma abóbora. :) :)

A temporada de abóbora no No Soup vai ser longa, a não ser que alguma bruxinha faça desaparecer as lindas abóboras colhidas pelo meu pai. :)
Espero que gostem.



Para 3 pessoas

1 cebola
2 dentes de alho
2 rodelas de chouriço
Azeite
350g de abóbora
150g de batata
1 colher sopa de farinha
Tomilho
Sal e pimenta
50g de queijo da ilha
130ml de leite (desta vez usei 70g de bechamel + 80ml de leite)
1 bife de peru grosso * – opcional

Para o crumble:
40 g aveia
40g pão ralado
40g manteiga
40g queijo da ilha ralado

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thermomix_bimby

Comece por ralar o pão seco (pode juntar ervas e alho) na vel 9. Reserve.
Coloque o queijo da ilha no copo e rale-o na vel 9. Reserve.

Pique a cebola e o alho: alguns seg, vel 5.
Junte o azeite e refogue: 5 min, temp 100º, vel 1.
Enquanto isso, descasque as batatas e a abóbora e corte em pedaços pequenos e uniformes para garantir que cozinhem por igual (quanto maiores ficarem, mais tempo terão que ficar no forno).
Acrescente a carne cortada em cubinhos ao conteúdo do copo e cozinhe-a 5 min, temp 100º, vel 1 e depois desfie-a 4 seg, vel 4 (se usar restos de carne já cozinhada, apenas desfie).
Junte a abóbora, batata, tomilho, farinha e tempere com sal e pimenta: 10 min, temp 100º, vel colher inversa.
Disponha num tabuleiro de forno e regue com o leite (neste caso mistura de leite e bechamel).

Para fazer o crumble, coloque os restantes ingredientes no copo, marque 8 seg, vel 4 e cubra o tabuleiro com esta mistura.
Leve ao forno pré-aquecido durante aproximadamente 30 a 40 minutos.

Acompanhámos com arroz.

tradicional

Comece por ralar o pão seco (pode juntar ervas e alho) na picadora. Reserve.
Rale de seguida o queijo da ilha e reserve.

Pique a cebola e o alho, junte ao azeite e refogue levemente até a cebola quebrar.
Enquanto isso, descasque as batatas e a abóbora e corte em pedaços pequenos e uniformes para garantir que cozinhem por igual (quanto maiores ficarem, mais tempo terão que ficar no forno).

Corte a carne em pedaços grandes e junte-a ao refogado, cozinhando-a uns minutos. Retire a carne do tacho e desfie-a.
Junte a abóbora, batata, a carne desfiada, tomilho, farinha e tempere com sal e pimenta e cozinhe em lume brando por 10 minutos, mexendo de vez em quando.
Disponha num tabuleiro de forno e regue com o leite (neste caso mistura de leite e bechamel).

Para fazer o crumble, coloque os restantes ingredientes na picadora e pulse até obter uma farofa pedaçuda.
Cubra o tabuleiro com esta mistura e leve ao forno pré-aquecido durante aproximadamente 30 a 40 minutos.

Acompanhámos com arroz.





* Em vez de peru, pode usar outra carne da sua preferência.

sábado, 28 de março de 2009

Escondidinho de Bacalhau e Espinafres

A riqueza e diversidade da gastronomia brasileira tem fortes raízes em África, especialmente no que diz respeito à comida baiana, na qual a mandioca brilha com todo o seu sabor e versatilidade.
Eu utilizo-a muito cá em casa, quer em pratos de pura inspiração brasileira, quer em invenções de última hora como é o caso deste escondidinho.
Por norma, este empadão de mandioca leva carne seca, carne picada, linguiça ou camarão. Pois esta minha versão aportuguesada é feita com o bom e velho bacalhau, que na companhia de uns espinafres fica sempre bem em qualquer lado.
Eis uma invencionice bem sucedida. :)

Photobucket

700 g mandioca (rendeu 550 depois de arranjada)
300g leite
1 c.sopa manteiga
Noz-moscada
Sal e pimenta

250g bacalhau
3 c.sopa bacon em pedacinhos
1 cebola
2 dente de alho
Azeite

180g de espinafres frescos, arranjados (pela mãezinha :))
2 dentes de alho
Azeite

Maionese
Pão ralado aromatizado com alho e coentros
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thermomix_bimby

Colocar a batata e o leite no copo e cozer 20 min, temp 100º, vel 1.
Triturar +/- 20 seg, vel 4. Se aumentar a quantidade de mandioca para o puré, a quantidade de leite deverá ser aproximadamente metade do peso da mandioca, menos 100g.
Juntar a manteiga e deixar derreter.
Bater durante uns segundos na vel 3 até ficar bem envolvido... se necessário juntar mais um pouco de leite.
Temperar com sal, noz moscada e pimenta.

Num tabuleiro de ir ao forno coloca-se metade do puré.
Sem lavar, coloca-se no copo o azeite, a cebola e os alhos: 8 seg, vel 7-8.
Junta-se o bacon e refoga-se 5 min, vel 1, temp 100º.
Junta-se o bacalhau sem peles, nem espinhas e salteia-se uns 8 min, vel 2, temp 100º.
Reservar.

Sem lavar, coloca-se no copo azeite, e os alhos: 8 seg, vel 7-8.
Refoga-se 5 min, vel 1, temp 100º.
Junta-se os espinafres: 4 min, vel 1, temp 100º.

No pirex coloca-se metade do puré, o bacalhau por cima, de seguida os espinafres salteados, o restante puré e barra-se com maionese.
Polvilhar com pão ralado aromatizado de alho e coentros e levar ao forno para gratinar.
Acompanhei com uma salada de folhas verdes.

tradicional

Cozer a mandioca no leite até que fique macia. Triturar com a varinha mágica e, se necessário, junte mais um pouco de leite.
Adicione a manteiga, espere que esta derreta, tempere com sal e noz moscada e envolva tudo até obter um puré cremoso.

Num tabuleiro de ir ao forno coloca-se metade do puré.
Pique a cebola e 2 dentes de alho e refogue em azeite, juntando depois o bacon. Desfie o bacalhau e junte, deixando cozinhar uns 10 minutos.
Reservar.

Salteia os espinafres com os alhos e o azeite por breves minutos.

No pirex coloca-se metade do puré, o bacalhau por cima, de seguida os espinafres salteados, o restante puré e barra-se com maionese.
Polvilhar com pão ralado aromatizado de alho e coentros e levar ao forno para gratinar.
Acompanhei com uma salada de folhas verdes.

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Notas:

- Para arranjar a mandioca, deverá retirar a casca, partir ao meio no sentido do comprimento e remover o veio central. Depois basta cortar em pedaços.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Hambúrgueres de Grão e Pimento

Como sempre. Cá venho eu juntar-me à comemoração do aniversário do Tertúlia de Sabores, o blogue da minha amiga Moira.
O desafio que desta vez nos lançou propõe que criemos uma receita para a Maria, voluntária da ONU em Timor, onde vive com algumas limitações em termos de alimentos e utensílios disponíveis.
Tendo em conta a lista do que tem ao seu alcance, a ideia é pensarmos em sugestões de simples execução e ingredientes acessíveis.

Assim que vi o grão na lista, comecei a ver por onde iria.
É uma leguminosa muito rica em proteína, minerais e amido, o que o torna uma excelente fonte de energia.
Tão rico nutricionalmente e tão versátil, grão a grão, vamos lá fazer hambúrgueres. ☺

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Hambúrgueres de Grão e Pimento

Para 6 un

Cerca de 1/2 chávena (50 g) de flocos de cereais ou pão duro - usei de aveia e trigo
1 dente de alho
1 cebola
1 mão cheia de salsa fresca
½ pimento vermelho
2 chávenas de grão cozido e escorrido (400 g)
1 ovo
1 c. chá de cominhos - opcional
Sal e pimenta preta moída na hora
Azeite q.b.

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Deite no copo limpo e seco os flocos de cereais, o pão e o alho e pique 15 seg/vel 7. Retire e reserve.
Pique a cebola, a salsa e o pimento 5 seg/vel 5. Baixe os resíduos da parede do copo e repita.
Junte o grão cozido e programe 5 seg/vel 4 inversa.
Adicione o pão ralado reservado e o ovo, os cominhos, sal e pimenta e misture 6 seg/vel 4 inversa. Deve obter uma mistura moldável, caso seja necessário, adicione um pouco mais de pão ralado.

Molde os hambúrgueres. Pode cozinhá-los de imediato ou congelá-los.
Aqueça uma frigideira com um fio de azeite e cozinhe os hambúrgueres em lume médio durante cerca de 6 minutos de cada lado.

Acompanhei com crispy de abóbora e batata doce.

tradicional

Triture na picadora os flocos de cereais, o pão e o alho. Reserve.
Como a Maria não tem acesso a picadora, pode simplesmente embeber o pão em leite, escorrer muito bem e misturar com o alho picado.
Pique a cebola, a salsa e o pimento e depois junte o grão bem escorrido. Misture tudo, desfazendo grosseiramente o grão com um garfo, de modo a obter uma mistura homogénea, mas pedaçuda.
Adicione o ovo, os cominhos, sal e pimenta e vá juntado o pão ralado até obter uma mistura moldável.

Molde os hambúrgueres. Pode cozinhá-los de imediato ou congelá-los.
Aqueça uma frigideira com um fio de azeite e cozinhe os hambúrgueres em lume médio durante cerca de 6 minutos de cada lado.

Acompanhei com crispy de abóbora e batata doce.

Photobucket

Nota:

- Se optar por congelar alguns hambúrgueres, depois pode prepará-los da mesma forma indicada, sem ser necessário descongelar previamente. Com o lume baixo, os hambúrgueres decongelam enquanto cozinham. É muito prático para refeições SOS.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Cogumelos Panados com Recheio de Espinafres

Aqui na casa nova a cozinha já brilha e apesar de não estar tudo a 100%, com a ajuda da minha super mãe já está totalmente operacional. :)

A primeira refeição preparada foi… Claro, esparguete! :)
Ainda estou em ritmo de cozinhar para despachar, mas a partir de agora vão aparecendo por aqui receitas do baú alternadas com o que for fazendo na cozinha nova.

Estes cogumelos foram feitos já há algum tempo e ficaram logo escolhidos para serem a receita da despedida. É como se fosse o adeus à minha cozinha de Oeiras, onde comecei a cozinhar, depois a fotografar e mergulhei de cabeça nesta coisa dos blogues e fóruns de culinária.

De tanto o Esparguete elogiar os cogumelos que o restaurante XL serve nas entradas, lá fui eu tentar reproduzi-los em casa. O primeiro tiro foi ao lado, o segundo foi em cheio no alvo!
Faz-se o recheio de espinafres e queijo, recheiam-se os cogumelos, passam-se duas vezes por pão ralado e lá vão eles dar um mergulho à frigideira. :)
Podem ser servidos como entrada ou como prato principal: estes da foto foram acompanhados de uma sopa e bruschettas e ficámos com a barriguinha bem composta.

Os fritos não entram cá em casa, mas estes cogumelos são tão fabulosos que bem merecem ser a excepção que confirma a regra. :)



6 a 8 cogumelos brancos (escolher dos maiores)

1 dente de alho
Azeite
200g de espinafres muito bem escorridos (usei congelados)
Sal e pimenta
2 colheres sopa de molho bechamel
2 colheres sopa de queijo mozzarella ralado

Farinha
Pão ralado
2 ovos

Bechamel:
10g de margarina
10g de farinha
100ml de leite
Sal e pimenta

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thermomix_bimby

Para o bechamel: coloque todos os ingredientes no copo, 5 min, temp 90º, vel 3. Reserve.

Pique o dente de alho: 4 seg, vel 5.
Junte o azeite e refogue 2 min, temp varoma, vel 1.
Junte os espinafres bem escorridos, sal e pimenta: 2 min, temp 100º, vel 1. Pique 2 seg, vel 5, para que os espinafres fiquem desfeitos, mas não em papa.
Junte o molho bechamel e deixe arrefecer. Quando estiver frio, junte o queijo ralado.

Retire o pé aos cogumelos com cuidado (reserve-os para outro fim) e escave a superfície a rechear. Não os lave com água corrente, porque os cogumelos absorvem-na e perdem o sabor. Use antes um pano molhado e limpe-os com cuidado.
Coloque o recheio.
Passe-os por farinha, ovo batido e pão ralado, repetindo o processo apenas com ovo e pão ralado.
Leve ao frigorífico por algum tempo antes de fritar, para que fiquem firmes ou, se preferir, pode congelar.

Frite-os em óleo novo e bem quente e sirva.

tradicional

Prepare o bechamel:
Aqueça a manteiga até derreter e junte a farinha. Mexa bem, até que a farinha coza. Vá juntando o leite aos poucos, mexendo sempre entre cada adição para não formar grumos, mantendo o lume brando. Quando o leite terminar, o molho deve estar homogéneo. Tempere com sal, pimenta e a noz-moscada. Reserve.

Pique o dente de alho e saltei-o no azeite quente.
Junte os espinafres bem escorridos, sal e pimenta e dê-lhes uma entaladela. Junte o molho bechamel, mexa bem para envolver e deixe arrefecer. Quando estiver frio, junte o queijo ralado.

Retire o pé aos cogumelos com cuidado (reserve-os para outro fim) e escave a superfície a rechear. Não os lave com água corrente, porque os cogumelos absorvem-na e perdem o sabor. Use antes um pano molhado e limpe-os com cuidado.
Coloque o recheio.
Passe-os por farinha, ovo batido e pão ralado, repetindo o processo apenas com ovo e pão ralado.
Leve ao frigorífico por algum tempo antes de fritar, para que fiquem firmes ou, se preferir, pode congelar.

Frite-os em óleo novo e bem quente e sirva.