O que há de bom neste calor-vai-e-vem (hã, de bom?) é poder ir alternando o que chega à mesa entre saladas frescas e coisas leves e sopas com sabor a horta de Primavera.
É certo que as sopas me piscam o olho o ano todo, mas agora que nos trocam as voltas com mais uns dias de calendário indesejado, não há como não cair de amores por este creme de ervilhas com piquinho a farinheira. Coisa tão boa!
Eu ando perdida por elas. Ervilhas da horta: adoro-vos! ☺
Creme de ervilha e farinheira
1 cebola
1 dente de alho
20 g de azeite
500 g de ervilhas
150 g de cenoura, cortada em pedaços
20 g de farinheira, s/ pele
600 g de água ou caldo de legumes caseiro
1 mão cheia de coentros picados
Sal e pimenta preta moída na hora
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Coloque no copo a cebola, o alho e o azeite, pique 5 seg/vel 5 e refogue 6 min/Varoma/vel 1.
Adicione as ervilhas, a cenoura e a farinheira, deite a água e coza 35 min/100ºC/ vel 1.
Junte os coentros, tempere com sal e pimenta, programe 2 min e vá progressivamente até à vel 7.
Rectifique os temperos e sirva.
tradicional
Pique a cebola e o alho e refogue-os no azeite, até que a cebola fique translúcida.
Adicione as ervilhas, a cenoura e a farinheira, cubra com a água e coza tapado em lume brando até que os legumes fiquem macios.
Junte os coentros, tempere com sal e pimenta e triture até obter um puré cremoso.
Rectifique os temperos e sirva.
* Neste post foi usada louça portuguesa, cedida pela Cerâmicas na Linha.
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segunda-feira, 17 de junho de 2013
quarta-feira, 13 de março de 2013
O caril. A sopa. E o Workshop Bonsalt.
O sal. A pitada que dá mais sabor, mais contraste e mais alegria. À comida e à vida, porque acredito que são coisas que nunca caminham sozinhas.
À mesa dos portugueses dá-nos tudo isto e, tantas vezes, em dose farta - a hipertensão é um problema preocupante e cada vez mais transversal a todas as idades.
Como tudo o que junta saudável e alimentação, também o uso do sal pede conta, peso e medida, um equilíbrio que se trabalha, educando o paladar na exigência de sabor e de saúde.
Substituir o sal por um produto alternativo sem sódio (à base de potássio) foi o mote para o Workshop Bonsalt na Kiss The Cook, que reuniu bloguers animados à volta dos tachos e da mesa.
O convite era tentador e ainda levei uma fã “facebookiana” para me acompanhar. Lembram-se do passatempo? Dividi a bancada com a Inês Póvoa e ganhei uma parceira cheia de boa energia. ☺
Creme de batata-doce e abóbora, salmão em crosta e sobremesa de chocolate, foi o menu cozinhado e saboreado a muitas mãos, desafiando-nos a responder à pergunta que se impunha: a comida temperada com Bonsalt sabe ao mesmo? - “Quem não está avisado, não adivinha!”.
Aproveitei o embalo da dupla batata-doce e abóbora da sopa do workshop: esta parelha de que tanto gosto sai do frigorífico em modo sobras de caril e chega à mesa em versão creme fumegante. Com este tempo, haja sopa e mais sopa...
Abaixo vem a receita que, como podem ver, é mais uma ideia do que uma descrição precisa.
Asseguro que cá em casa, sobras de caril são sempre bem-vindas!
Creme de abóbora e batata doce
Sobras de caril de abóbora e batata doce (legumes e molho)
1 cebola em pedaços
Batata-doce q.b. em pedaços
Abóbora q.b. em pedaços
200 g de leite de coco
Água q.b.
Pimenta preta moída na hora
Sumo de ½ lima
Broa esfarelada p/ servir
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Coloque no copo as sobras de caril, aproveitando os legumes e o molho.
Adicione mais batata doce e abóbora em pedaços, o leite de coco e água, sem tapar completamente os legumes e sem ultrapassar a marca dos 2 L. Programe 30 min/100ºC/vel 1.
Tempere com Bonsalt e pimenta, adicione o sumo de lima, programe 2 min e vá progressivamente até à vel 7.
Rectifique os temperos e a consistência e sirva com a broa esfarelada.
tradicional
Coloque numa panela as sobras de caril, aproveitando os legumes e o molho.
Adicione mais batata doce e abóbora em pedaços, o leite, cubra com água e coza tapado, em lume brando, até que os legumes fiquem macios.
Tempere com Bonsalt e pimenta, adicione o sumo de lima e triture até obter um puré cremoso.
Rectifique os temperos e a consistência e sirva com a broa esfarelada.
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* Para saber mais sobre este substituto do sal à base de potássio, consulte as informações no site da marca.
* Pode ler mais relatos do workshop aqui:
Gourmets Amadores
Tertúlia de Sabores
A Marmita Lisboeta
A Melhor Amiga da Barbie
O Arrumadinho
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quarta-feira, março 13, 2013
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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Uma cidade que come sopa. Setúbal e peixe.
Não é uma escolha óbvia.
Setúbal entrou na minha vida como um acaso, dessa mesma forma com que acontecem muitas das coisas felizes. É a cidade do Ricardo.
Sem exibir com vaidade atributos que não tem, Setúbal foi desapertando a pouco e pouco pequenos trechos de uma conversa que nos vai envolvendo.
Terra de mar e bom peixe, de praias de mar azul e serra farta (de que já falei aqui), vizinha de Palmela com o seu castelo suspenso, gosto de me deixar surpreender com afectos improváveis.
Se vissem estas fotografias sem lhes conhecer a história, onde pensariam que estavam?
Muitas vezes procuramos nos destinos de sonho o que podemos descobrir tão mais perto de nós. Nas ruas por onde andamos, porquê fixar os olhos nos pés, quando à volta há um parque assim cheio de Outono. Em Setúbal. Setúbal que pode ser Braga, Évora, Viseu, Lamego, Alcobaça, Vila Real... é querer mais da nossa cidade, seja ela qual for, é aceitar o que temos como subitamente especial.
Não podia terminar de melhor forma este passeio pelas cidades que me amaciam o coração. Lisboa, Londres, Barcelona, Setúbal, foi tão bom partilhar estes bocados de mundo com vocês!
Não podia terminar de melhor forma este passeio pelas cidades que me amaciam o coração. Lisboa, Londres, Barcelona, Setúbal, foi tão bom partilhar estes bocados de mundo com vocês!
Num dia em que o desejo especial era uma sopa de peixe, assim se fez mais uma... (gosto tanto de sopa de peixe!)
Depois de pronta, porque não experimentar uma nova consistência? Triturei-a um pouco, já com massa e tudo e tudo - e querem saber? Ficou mesmo esmagadinha e especial. ☺
Deita-se-lhe o imprescindível manto de coentros e vamos a isso!
Sopa de peixe esmagadinha
1 cebola grande
2 dentes de alho
150 g de cenoura
½ pimenta red chilli, sem sementes
Azeite
400 g de tomate maduro, cortado em pedaços
200 g de pimento encarnado, cortado em pedaços
800 g de água
2 ovos
400 g de peixe a gosto, em filetes
40 g de massa cotovelinho
Sal e pimenta preta moída na hora
Coentros picados q.b. p/ servir
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Coloque no copo a cebola, o alho, a cenoura, a pimenta red chilli e o azeite, pique 5 seg/vel 5 e refogue 8 min/Varoma/vel 1.
Adicione o tomate, o pimento e a água, coloque a Varoma com o peixe e os ovos e programe 20 min/100ºC/ vel 1.
Tempere com sal e pimenta, junte a massa e programe o tempo indicado na embalagem/Varoma/vel 1.
Junte o peixe e os ovos descascados e triture grosseiramente 10 seg /vel 7.
Rectifique os temperos e a consistência e sirva polvilhado com coentros.
tradicional
Coza os ovos e reserve.
Pique a cebola, o alho e a red chilli e refogue-os no azeite, até que a cebola fique translúcida.
Adicione a cenoura ralada e deixe em lume brando até que murche.
Junte o tomate e o pimento em pedaços, cubra com a água e cozinhe tapado em lume brando até que fiquem macios.
Adicione a massa e depois o peixe e deixe em lume médio até que cozam.
Tempere com sal e pimenta, junte os ovos descascados e triture grosseiramente.
Rectifique os temperos e a consistência e sirva polvilhado com coentros.
Chegou e veio para ficar.
Calando as vozes frias, numa daquelas estações em que nos vemos presos enquanto o vento despenteia as folhas e as certezas, vieste tu. Agora, estamos em casa.
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sexta-feira, janeiro 25, 2013
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Uma cidade que come sopa. Barcelona e Lentilhas com couve flor.
Eu sou uma pessoa de cidades.
A primeira vez que o senti foi em Barcelona, numa viagem que, com 17 anos, me contagiou sem cura possível com um caminho totalmente inesperado. Ali respirei arquitectura com uma força que me tomou de impulso e não mais me largou. Nasceu um amor para a vida!
Os sonhos que para a frente se desenharam acabaram por não vingar, mas regresso às ruas de Barcelona sempre com o entusiasmo inocente de quem sente que nelas os dias se caminham com uma passada maior que nós.
Faz por esta altura um ano que lá estive pela última vez e, agora com outra vontade e outras mãos, agarrei uma Barcelona ainda mais inspiradora. Com a escala, as ruas, os edifícios, apertei na bagagem que se arruma nas memórias também as pessoas, a arte, os mercados, a comida, a cultura... a comida. ☺
Este desafio de vos trazer uma cidade diferente a cada sexta feira de Janeiro tem-me feito revivê-las e recordar como é especial para mim cada uma delas. As tapas e os petiscos são marca registada da cultura espanhola e uma das peças com que se monta o meu puzzle de cidade feliz.
E vocês, o que é que faz uma cidade colar-vos os pés às ruas?
As sobras de uma salada habitual cá por casa, lentilhas e frango, foram o mote para a sopa que completa a dupla de mais uma sexta feira feita de cidades que comem sopa.
Para a semana chegamos ao fim e bem mais pertinho de casa! ☺
Sopa de lentilhas e couve flor
1 cebola
1 dente de alho
1 cenoura
1 alho francês pequeno
25 g de azeite
1 couve flor
Sobras de salada de lentilhas e frango
Água q.b.
Sal e pimenta preta moída na hora
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Coloque no copo a cebola, o alho, a cenoura, o alho francês e o azeite, pique 5 seg/vel 5 e refogue 8 min/Varoma/vel 1.
Adicione a couve flor e as sobras da salada, cubra com água e programe 40 min/100ºC/ vel 1.
Tempere com sal e pimenta, programe 2 min e vá progressivamente até à vel 7.
Rectifique os temperos e sirva.
tradicional
Pique a cebola e o alho e refogue-os no azeite, até que a cebola fique translúcida.
Adicione a cenoura ralada e o alho francês às rodelas e deixe em lume brando até que murchem.
Junte a couve flor e as sobras da salada, cubra com água e cozinhe tapado em lume brando até que os legumes fiquem macios.
Tempere com sal e pimenta e triture.
Rectifique os temperos e sirva.
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sexta-feira, janeiro 18, 2013
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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Uma cidade que come sopa. Londres e Aipo com castanhas.
O que é que nos agarra a uma cidade que não é a nossa?
Depois de Lisboa, hoje trago-vos outro grande amor: Londres.
A cidade que é tudo. É música, é livros, filmes, comida, é pessoas, arte, ruas cheias, é moda, é mistura, história, é espectáculos: London calling! ☺
De tudo isso que trouxe quando lá estive no ano passado, o que vejo quando fecho os olhos é o verde. E é dele que falo agora, porque do tanto mais que me fascina, se escreverão certamente por aqui outros posts.
Concordam comigo? Não há como não ser feliz numa cidade com parques assim! Para correr, para conversar, para comer, para ler, para simplesmente abrandar o tempo, o tempo que por ali ganha mesmo mais espaço para se deixar ficar connosco.
Em Maio Londres estava assim.
Acolheu-me com tudo o que faz de viajar das melhores coisas da vida: novidades, frescura, boa comida, expectativas superadas, surpresas e o carinho que torna qualquer lugar ainda mais especial. O dos amigos de sempre!
Foi pela mão deles que fiz estas fotografias, para guardar com as muitas que a vida nos vai tirando juntos.
Como o desafio deste mês é emparelhar às sextas feiras uma cidade e uma sopa, aqui vai o que falta!
Sopa de aipo e castanhas
(Adaptada da revista Elle à Table nº85)
1 cebola
4 dentes de alho
20 g de azeite
400 g de bolbo de aipo, cortado em cubos
300 g de castanhas, s/ casca e s/ pele
900 g de água ou caldo de legumes (de preferência caseiro)
100 g de leite
Sal e pimenta preta moída na hora
Tomilho q.b. p/ servir
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Coloque no copo a cebola, o alho e o azeite, pique 5 seg/vel 5 e refogue 5 min/Varoma/vel 1.
Adicione o aipo, as castanhas e a água/caldo e programe 40 min/100ºC/ vel 1.
Junte o leite, tempere com sal e pimenta, programe 2 min e vá progressivamente até à vel 7.
Rectifique os temperos e sirva polvilhado com tomilho.
tradicional
Pique a cebola e o alho e refogue-os no azeite, até que a cebola fique translúcida.
Adicione o aipo, as castanhas e a água/caldo e cozinhe tapado em lume brando até que os legumes fiquem macios.
Adicione o leite, tempere com sal e pimenta e triture.
Rectifique os temperos e sirva polvilhado com tomilho.
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sexta-feira, janeiro 11, 2013
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Uma cidade que come sopa. Lisboa e alface.
Em Agosto houve um especial Verão que deixou o No Soup “De pés na areia e gelado na mão”.
Agora que chegou um novo ano, um novo Inverno e um novo Janeiro, a mim apetecem-me sopas quentes, cheias de verdes e de consolo, para me ajudarem a arrumar a mesa de Natal e a saborear o prazer de uma tigela quente nas mãos.
Se me dizem que este ano vai ser duro, crítico e preocupante, eu chamo o desafio em voz alta e digo-lhe que S-I-M: 2013, vais ser um ano combativo, instigante. E bom!!
Por isso começo com o que mais gosto, o que nos dias mais ásperos me traz aconchego e conforto: comida simples e a minha Lisboa.

Sabem a resposta?


Agora que chegou um novo ano, um novo Inverno e um novo Janeiro, a mim apetecem-me sopas quentes, cheias de verdes e de consolo, para me ajudarem a arrumar a mesa de Natal e a saborear o prazer de uma tigela quente nas mãos.
Se me dizem que este ano vai ser duro, crítico e preocupante, eu chamo o desafio em voz alta e digo-lhe que S-I-M: 2013, vais ser um ano combativo, instigante. E bom!!
Por isso começo com o que mais gosto, o que nos dias mais ásperos me traz aconchego e conforto: comida simples e a minha Lisboa.
Neste mês de Janeiro vamos ter aqui no blogue uma rubrica semanal que vai trazer em cada sexta feira uma sopa e uma cidade! Se se estreia com sabor a alface, a cidade que lança o mote não podia ser outra...
Querem começar o ano com alegria? Eu quero - tragam-me uma sopa e levem-me a passear pelas ruas desta Lisboa de luz branda e ruas cúmplices.
Querem começar o ano com alegria? Eu quero - tragam-me uma sopa e levem-me a passear pelas ruas desta Lisboa de luz branda e ruas cúmplices.

Sabem a resposta?

Sopa de Alface
1 cebola
1 alho francês
2 dentes de alho
30 g de azeite
1 nabo, cortado em pedaços
1 alface, só as folhas
1 mão cheia de cogumelos frescos, partido em pedaços
700 g água
Sal e pimenta preta moída na hora
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Coloque no copo a cebola, o alho francês, os alhos e o azeite, pique 5 seg/vel 5 e refogue 6 min/Varoma/vel 1.
Junte o nabo, a alface, os cogumelos e a água e coza 35 min/100ºC/vel 1.
Tempere com sal e pimenta, programe 2 min e vá progressivamente até à vel 7.
Rectifique os temperos, acerte a consistência e sirva.
tradicional
Pique a cebola e o alho e refogue-os no azeite, até que a cebola fique translúcida.
Adicione o alho francês e continue a cozinhar até que murche.
Junte o nabo, a alface, os cogumelos e a água e deixe tapado em lume brando até que os legumes fiquem macios.
Tempere com sal e pimenta e triture.
Rectifique os temperos e a consistência e sirva.

Nota: Continua a decorrer o Passatempo de Natal no qual o No Soup oferece um conjunto de louças de chá. Podem participar até dia 5 de Janeiro.
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sexta-feira, janeiro 04, 2013
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domingo, 23 de dezembro de 2012
A sopa, os marmelos e um Natal Feliz.
É sempre muito desejado, antecipado, planeado e anunciado.
Por isso quando chega, há que abrir as mãos e o coração para agarrar o que torna esta época verdadeiramente especial: ter por perto quem mais gostamos!
Partilhar afectos, construir memórias felizes, alimentar gargalhadas e as histórias que são de sempre e nunca se gastam – as nossas. ☺
Por isso quando chega, há que abrir as mãos e o coração para agarrar o que torna esta época verdadeiramente especial: ter por perto quem mais gostamos!
Partilhar afectos, construir memórias felizes, alimentar gargalhadas e as histórias que são de sempre e nunca se gastam – as nossas. ☺
Em Novembro estive num workshop da Nestlé que não podia estar mais alinhado com o que se faz aqui no blogue e aqui em casa: festejar à mesa a época natalícia com sabor, com prazer e com saúde.
Porque é verdade que o Natal não tem graça sem tudo o que faz parte, mas é também possível saboreá-lo com moderação e equilíbrio. Trocar farinhas brancas por integrais, açúcar refinado por amarelo, gorduras e fritos por frutas e assados, natas por iogurte, e abraçar a máxima que nunca falha: experimentar de tudo, em poucas quantidades.
Eu começo sempre a refeição com uma sopa especial, que nos deixa mais saciados quando as tentações maiores se apresentam à mesa e inaugura as hostes com a música dos legumes coloridos.
Sendo uma fã assumida e insaciável de sopa, nunca me canso de descobrir novas combinações.
Embora goste muito de juntar-lhe fruta, confesso que com marmelos nunca me tinha ocorrido a combinação. Quem me viu no facebook no workshop de Natal do Vítor Sobral, mal sabia as coisas boas que por ali se provavam. Uma delas foi uma canja com marmelo que me deixou inspirada para levar a ideia por outros caminhos.
Assim se chama aqui pelo Natal, que chegue com dias tranquilos, tagarelas e deliciosos. Para todos vocês que me visitam, é o que vos desejo, que seja um FELIZ NATAL.
A mesa está posta, vamos saboreá-lo!
Creme de legumes e marmelo
1 cebola
1 dente de alho
40 g de azeite
200 g de marmelo, s/ casca, cortado em pedaços
350 g de chuchu, cortado em pedaços (ou curgete, ou couve flor)
200 g de cenoura, cortada em pedaços
800 g de água
Sal e pimenta preta moída na hora
Iogurte natural q.b., p/ servir
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Coloque no copo a cebola, o alho e o azeite e pique 5 seg/vel 5.
Adicione o marmelo e refogue 8 min/Varoma/vel 1.
Coloque o chuchu, a cenoura e a água e coza 40 min/100ºC/vel 1.
Tempere com sal e pimenta, programe 2 min e vá progressivamente até à vel 7.
Rectifique os temperos e sirva decorado com o iogurte.
tradicional
Pique a cebola e o alho e refogue-os no azeite, até que a cebola fique translúcida.
Adicione o marmelo e salteie cerca de 8 minutos.
Coloque o chuchu, a cenoura e água e deixe tapado em lume brando até que os legumes fiquem macios.
Tempere com sal e pimenta e triture.
Rectifique os temperos e sirva decorado com o iogurte.
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domingo, dezembro 23, 2012
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Aquecendo o Outono
Quem me segue no facebook sabe que vim passar umas semanas a Madrid. Fui recebida com muuuuito sol e calor, boa comida e museus sem fim.
Pois bem, mas como o calendário não pára, entretanto também chegou o Outono e já percebi que quando voltar a Lisboa na próxima semana nem vou notar a diferença: cá como aí, a chuva e o frio bateram à porta e não esperaram licença para entrar.
Não sendo arrebatadora como para mim é Barcelona, Madrid tem os seus encantos. ☺
A arte vai soltando perfume ao longo do Passeio do Prado, com museus porta sim, porta também, e entre tapas, mercados e parques, as tardes têm sido bem caminhadas. Ora com o sol de fim de Verão, ora com o cinzento de Outubro à espreita, do que eu gosto mesmo é de pisar as folhas secas no chão, que falam a conversa que mais me agrada: o Outono chegou e também tem os seus encantos!

Do que vem da terra e chega à mesa, falaremos noutras histórias, hoje deixo-vos esta sopa quente, já apertadinha entre as mãos para aquecer cá dentro. Sabe bem renovar os sabores e receber de volta os prazeres da nova estação.
Porque vêm aí os fins de tarde dourados, vamos lá dar as boas-vindas ao Outono! ☺
Creme de curgete com couve
1 cebola roxa
2 dentes de alho
3 courgetes, em pedaços
15 g de azeite
Água
Sal e pimenta preta moída na hora
1 couve coração pequena, cortada em juliana
_________________________________________
thermomix_bimby
Coloque no copo a cebola, o alho, uma curgete e o azeite, pique 5 seg/vel 5 e de seguida refogue 5 min/Varoma/vel 1.
Adicione a restante curgete, cubra com água 2 cm abaixo do nível dos legumes, coloque a Varoma com a couve e programe 30 min/Varoma/vel 1.
Retire a Varoma e tempere com sal e pimenta.
Feche a tampa, programe 2 min e vá progressivamente até à vel 7.
Acerte a consistência e os temperos a seu gosto e sirva.
Eu acompanhei com tostas e patê e serviu de refeição.
tradicional
Refogue a cebola picada em azeite até que fique translúcida.
Junte o alho picados e uma curgete em pedacinhos e cozinhe uns minutos.
Adicione a restante curgete, cubra com água e cozinhe durante 30 minutos.
Tempere com sal e pimenta e triture tudo.
Acerte a consistência a gosto, junte a couve e deixe cozer até que fique macia.
Eu acompanhei com tostas e patê e serviu de refeição.
.............................
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Um gaspacho para o Querida Júlia
Sei que não são consensuais, mas eu adoro-as!
As sopas frias chegam cá a casa logo que os primeiros dias de calor espreitam no calendário.
Há as mais clássicas, há as que levam fruta, as que simplesmente se comem menos quentes, há de tudo e eu gosto de todas.

O tomate é o rei, seja em gaspachos mais ou menos tradicionais, salmorejos ou qualquer outra variação que uma cesta cheia deles nos inspire. ☺
Pela minha cozinha já se multiplicam as taças pintadas a vermelho tomate: cereja, coração de boi, chucha... tomate maduro é tudo o que um gaspacho precisa para ter verdade.
Cá pelo blogue há gaspacho de pêssego, no Velocidade Colher há de morangos e então porque não também de melancia?
Pareceu-me perfeito para uma conversa no Querida Júlia sobre o tema sopas frias.
Na companhia da Sandra e da Inês, houve sugestões para todos os gostos, das que refrescam a colher e fazem da sopa uma boa companheira de Verão.
Há lá coisa melhor do que chegar da praia e beber um gaspacho bem fresco? ☺
As sopas frias chegam cá a casa logo que os primeiros dias de calor espreitam no calendário.
Há as mais clássicas, há as que levam fruta, as que simplesmente se comem menos quentes, há de tudo e eu gosto de todas.

O tomate é o rei, seja em gaspachos mais ou menos tradicionais, salmorejos ou qualquer outra variação que uma cesta cheia deles nos inspire. ☺
Pela minha cozinha já se multiplicam as taças pintadas a vermelho tomate: cereja, coração de boi, chucha... tomate maduro é tudo o que um gaspacho precisa para ter verdade.
Cá pelo blogue há gaspacho de pêssego, no Velocidade Colher há de morangos e então porque não também de melancia?
Pareceu-me perfeito para uma conversa no Querida Júlia sobre o tema sopas frias.
Na companhia da Sandra e da Inês, houve sugestões para todos os gostos, das que refrescam a colher e fazem da sopa uma boa companheira de Verão.
Há lá coisa melhor do que chegar da praia e beber um gaspacho bem fresco? ☺
Gaspacho de tomate e melancia
350 g de tomate
250 g de melancia, sem pevides
1 cebola
1 c. sopa de azeite
2 c. sopa de vinagre
Sal e pimenta preta moída na hora
100 g de água fresca
Hortelã q.b. p/ servir
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Faça um corte em cruz no tomate, mergulhe-o durante uns segundos em água fervente e retire-lhes a pele (se usar a bimby não é necessário pelar os tomates).
Coloque todos os ingredientes no liquidificador ou no copo da bimby (40 seg/vel 7) e triture.
Acerte os temperos e a consistência, adicionando mais água se achar necessário.
Sirva fresco, com folhinhas de hortelã.
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Susana Gomes
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quarta-feira, agosto 08, 2012
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